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Receita de Panqueca sem Glúten!

Nós da Naturelt gostamos de comer bem e sabemos que você compartilha dessa paixão. Mas as vezes pode ser difícil encontrar aquele prato apetitoso que encha os olhos e que alie saúde e bem-estar sem ter aquela cara de “comida de academia”. Pensando nisso, nós resolvemos voltar a compartilhar com vocês algumas receitinhas maravilhosas que utilizam de ingredientes saudáveis que vão dar adeus as suas vontades de comer doce. E o melhor, sem culpa nenhuma!

Hoje trouxemos uma receita prática e deliciosa para aqueles que são alérgicos ou que estão diminuindo o consumo de glúten. É a panqueca feita com farinha de arroz.

 

Para a receita você vai precisar de:

–  1 Xícara de Farinha de Arroz

–  1 Xícara de Leite

–  1 Ovo

– 1 Colher de sopa de Ghee derretida

– 1 Colher de sopa de fermento em pó

– 1 Colher de chá de açúcar

– 1 Pitada de sal

 

Primeiro misture todos os ingredientes secos e reserve. Em outro recipiente misture os outros ingredientes (leite, ghee derretida e o ovo) preferencialmente com um batedor ou fuê. Junte tudo até que a massa fique homogênea. Unte a frigideira com ghee ou óleo de coco em fogo médio e despeje a mistura. Quando as bolinhas começarem a aparecer, vire a panqueca e deixe por mais 1-2 minutos. E voilá! Lembre-se de untar a frigideira para cada panqueca, se não gruda!

Adicione Mel e pedacinhos de frutas da sua preferência.

 

fonte: https://www.tudoreceitas.com/cozinheiro/2.html
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Perigo dos alimentos industrializados

 

Arruma a mochila das crianças, leva pra escola, vai ao mercado – mas não sem antes checar o que ta faltando na dispensa, faz o almoço, corre pro banco, lembra que tem consulta marcada e não pode perder – não pela terceira vez, volta pra buscar as crianças, começa a preparar o jantar. Já cansada ou cansado, você consegue finalmente sentar durante um ou dois minutos em frente a TV, zapeia um pouco pelos canais e se depara com uma cena mágica de família feliz comendo uma maravilhosa massa. É aquele comercial batido de lasanha congelada, mas dessa vez você começa a assisti-lo de forma diferente, afinal, você não seria a pior mãe do mundo se de vez em quando, jogasse uma lasanha dessas no forno, ou desse uma fritada rápida nos nuggets, já que as crianças não põem fígado na boca por nada!

A gente te entende. É por isso que a matéria de hoje vem falando sobre o perigo dos alimentos industrializados, esses que na correria do dia a dia a gente acaba consumindo de montão. Tudo bem, ninguém disse que você consome todos os dias, ou que você e sua família só “comem comida de caixinha”, mas não custa nada se informar melhor sobre todo o perigo em torno da praticidade que esses produtos oferecem.

Fizemos uma lista de substâncias presentes nesses alimentos, suas funções e seus riscos.

Corantes e Aromatizantes.

Possuem a função de colorir os alimentos e fazerem com que pareçam mais naturais e frescos. Isso faz com que nós, consumidores, aceitemos esses produtos como saudáveis ao invés de limitarmos seu uso. São encontrados em biscoitos, balas, doces e gelatinas, margarinas, sorvetes, sucos de fruta instantâneos, bolos e etc. Estudos indicam que os corantes alimentarem podem despertar sintomas do transtorno de Déficit de atenção, sendo também associado a alergias.

Parecido com os corantes, o aromatizante tem como função passar a sensação, por meio do olfato, que o alimento está fresco, enganando nossos sentidos. Isso faz com que se pareçam com produtos naturais e sejam assim aceitos pelos consumidores. Eles são mais comumente encontrados em carnes enlatadas, sopas, sorvetes, bolos.

Os nitritos e nitrados intensificam o sabor e cor dos produtos. É facilmente encontrado em carnes e derivados, como a mortadela, salsicha, presunto, salame. Consumido em grandes quantidades podem aumentar a formação de nitrosaminas, que possui efeito tóxico ao organismo e  está relacionado a doenças como o câncer.

Conservantes

Sua função é bem simples: evitar que os produtos se deteriorem com o passar do tempo enquanto está armazenado, evitando que fungos e bactérias se proliferem. Eles são identificados nos rótulos pelas siglas P1 e P10.

Os conservantes são encontrados principalmente em sucos, chocolates, queijos fundidos, concentrados de frutas, pães, farinhas, salgadinhos (desses amarelinhos mesmo) conservas de carne e vegetais, entre outros. Eles juntamente com os corantes estão ligados a sintomas de Déficit de atenção, de acordo com a nutricionista Mariane Valpassos.

Nos refrigerantes há o benzonato de sódio, presente no ácido benzoico. A ação dessa substância é antibacteriana, sendo usada em alimentos ácidos. Ele ajuda a proporcionar mais sabor e manter a cor. Ele é liberado pela legislação brasileira, mas seu uso em excesso prejudica o organismo. A combinação de vitamina C com ácido benzoico, em altas temperaturas, podem desenvolver o benzeno, que pra quem não sabe é uma substância cancerígena.

 

Antioxidantes

Parecido com os conservantes, os antioxidantes possuem a função de manter os alimentos em boas condições para ser consumido por longos períodos de tempo. São usados em gorduras e óleos, cerveja, produtos a base de cacau, leite de coco, leite em pó, refresco, margarina, refrigerantes e outros. É um agente cancerígeno!

 

Estabilizantes e Acidulantes

Os acidulantes, cuja função é parecida com a dos aromatizantes, é usado nas bebidas de fruta. Isso porque ela imita o sabor de algumas frutas e apresenta um sabor ácido. No rótulo é identificada com o código H na embalagem. Já os estabilizantes recebem esse nome porque estabilizam as proteínas, mantendo a aparência saudável do produto. Ele pode ser identificado pelas siglas ET1 até ET29.

 

Fiquem atentos com o uso exagerado desses alimentos! Muitas vezes consumimos produtos que nem sabemos como foram feitos. Gostou da matéria? Que tal dar uma sugestão pra próxima?

 

Fonte: http://www.namu.com.br/materias/os-perigos-dos-conservantes-nos-alimentos http://www.nutricaoemfoco.com/alimentos/perigo-dos-alimentos-industrializados/
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10 estratégias para você comer menos nas festas de fim de ano

10 estratégias para você comer menos nas festas de fim de ano.

Dezembro costuma ser um mês muito esperado pela maioria das pessoas. É tempo de férias, viagens e, principalmente, festas. Grande parte das famílias prepara reuniões especiais para celebrar, ao lado de parentes e amigos, o Natal e a chegada do Ano Novo.

E para acompanhar estas comemorações tão importantes, comidas e bebidas não podem faltar! E aí que mora o perigo: em meio a tantas delícias – que incluem desde frutas secas e outros aperitivos, passando por deliciosos pratos salgados, com muitas carnes e massas, além de doces, refrigerantes e bebidas alcoólicas -, são poucas as pessoas que conseguem resistir e manter a dieta que seguem no dia a dia.

Não há mal nenhum em comer um pouco de doce e até beber um gole de champanhe para celebrar esses momentos especiais, mas o problema é que muitas pessoas exageram ao comer tudo que evitaram consumir ao longo do ano.

Pensando exatamente nesta dificuldade que muita gente tem em manter uma boa alimentação durante as festas de fim de ano, a nutricionista Sabrina Lopes cita algumas dicas para comer menos nestas ocasiões e evitar futuros arrependimentos:

1. Coma de três em três horas

Sabrina Lopes cita que o primeiro passo para evitar exageros durante as festas de fim de ano é se alimentar corretamente, de três em três horas, durante o dia, para não chegar no momento da ceia ou do almoço com muita fome.

2. Evite aperitivos calóricos

Antes do jantar ou almoço, muitas famílias têm o costume de servir petiscos de frutas e oleaginosas, entre outros. Porém, apesar de serem saudáveis, estes são alimentos calóricos, que não devem ser consumidos em excesso.

“Nas festas de Natal e Reveillon, evite os petiscos de frutas secas e oleaginosas antes do almoço ou ceia, esses contém algumas calorias extras”, orienta a nutricionista Sabrina.

3. Opte pelas frutas

Na maioria das reuniões de fim de ano é possível encontrar também as mais variadas opções de frutas. A recomendação da nutricionista Sabrina é optar por elas em vez de comer doces.
“Mas caso vá consumir doces, faça isso em pequenas quantidades”, destaca.

4. Não exagere na preparação dos alimentos

“Procure retomar a alimentação normal no dia 26 de dezembro e, também, no dia 1 de janeiro. Então não prepare grandes quantidades de alimentos para não ficar comendo as sobras nos dias seguintes”, orienta Sabrina Lopes.

Caso tenha o costume de passar as festas na casa de algum familiar ou amigo, e o anfitrião ofereça um pouco de doce ou alguma outra comida para você levar para a casa, seja gentil e agradeça, mas diga que não precisa, pois, para o dia seguinte, já tem outros planos.

5. Evite as bebidas alcoólicas

As festas de fim de ano são, geralmente, regadas com muitas bebidas: cerveja, chopp, batida, vinho, champanhe, entre outras. E para algumas pessoas, que têm o costume de beber socialmente, especialmente em ocasiões especiais, fica difícil resistir.

“Tome cuidado com os excessos de bebidas alcoólicas. Mas, se for beber, prefira os vinhos e o champanhe que são menos calóricos”, orienta a nutricionista Sabrina.

6. Intercale a bebida com água

Se você não resistir e optar por beber um pouco de cerveja, chopp ou outra bebida alcoólica, não exagere na quantidade. Uma dica que pode ajudar neste sentido é intercalar um copo de água com o copo da bebida, dessa forma, você beberá menos, mas não ficará “com o copo vazio”.

7. Prepare bons alimentos

Se você é o anfitrião e quer oferecer uma boa ceia aos seus convidados, mas sem exagerar na quantidade de comida e nos alimentos calóricos, faça boas escolhas! “Não se esqueça de servir um belo prato de salada e legumes, sem adição de maionese. Prefira as carnes magras, como o peru, chester e peixes. Evite carnes como tender, leitão e pernil que possuem bastante gordura”, diz Sabrina Lopes.

Outra dica da nutricionista é adicionar castanhas e nozes em preparações com arroz, saladas e carnes. “Mas não as sirva como petiscos antes da refeição devido à grande quantidade de calorias que oferecem”, destaca.

“Sirva como sobremesa frutas e troque o refrigerante por sucos”, acrescenta a nutricionista.

8. Abuse das saladas

Se você é convidada de um jantar ou almoço, não tem como garantir que os alimentos oferecidos serão os mais saudáveis possíveis. Mas, provavelmente, saladas e alguns legumes serão servidos e a dica fundamental é começar por eles!

“Na hora de se servir, abuse de saladas e legumes, preenchendo boa parte do prato. Assim vai consumir menos comidas engordativas”, destaca Sabrina Lopes.

9. Coma salada antes de ir à festa

Mas, caso você saiba que, na ceia para a qual foi convidada, não terão opções de salada e legumes, coma apenas uma salada antes de sair de casa, para evitar exageros na hora de jantar.

10. Comemore de outra forma

Lembre-se que Natal e Reveillon são duas datas importantes, que não se limitam somente a bebidas e comidas.

De acordo com Sabrina Lopes, essa é a dica mais importante: “tire o foco da comida e aproveite ao máximo a companhia dos familiares e amigos!”, destaca a nutricionista.

O que devo comer no dia seguinte?

Mas muitas pessoas, de fato, não resistem à variedade de comida existente nestas festas de fim de ano e, realmente, acabam exagerando, comendo mais do que deviam. E é no dia seguinte que costuma vir o arrependimento…

“Para ajudar nos exageros do Natal, coma frutas ou faça sucos com laranja, abacaxi e mamão. Dê preferência a saladas, carnes magras, grelhados e alimentos integrais, como aveia, granola e arroz integral. A água também é fundamental para reidratar o corpo, beba em média um litro e meio de água”, diz Sabrina Lopes.

A nutricionista cita ainda alguns alimentos que não podem faltar no pós-festa:

  • Pimentão vermelho
  • Repolho
  • Tomate
  • Cebola
  • Cenoura
  • Abacaxi
  • Salsa
  • Pimenta vermelha
  • Uvas
  • Alho
  • Limão
  • Laranja

Mas vale destacar que, após o consumo excessivo de comidas e bebidas, não há como “voltar atrás”. Dessa forma, a melhor maneira é evitar os excessos, para retornar à dieta no dia seguinte sem peso na consciência.

fonte: http://www.dicasdemulher.com.br/10-estrategias-para-voce-comer-menos-nas-festas-de-fim-de-ano/
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Fracionar as refeições faz bem à saúde

Fracionar Refeições

Quantas refeições você faz ao dia? Com certeza já ouviu falar da importância de fazer mais refeições ao longo do dia, em menor quantidade. Saiba que aumentar o número de refeições pode reduzir as flutuações dos níveis sanguíneos de insulina, glicose e hormônios intestinais de saciedade, que ajudam a controlar a fome.

De acordo com o Ministério da Saúde, o ideal é fazer de cinco a seis refeições diárias. É preciso levar em conta os pontos de vista de equilíbrio metabólico, controle do peso, apetite e adequação da ingestão de nutrientes. Porém, a vida cada vez mais agitada nas médias e grandes cidades impõe uma rotina em que as pessoas saem de casa de manhã e só voltam à noite. Aí, além de opções pouco saudáveis, os lanches intermediários são realizados quando possível e não necessariamente no momento considerado ideal.

Uma pesquisa feita pela Toledo e Associados, em parceria com a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), sobre os hábitos alimentares dos brasileiros mostra que 79% têm os lanches intermediários inseridos em seu hábito alimentar, mas essas refeições são mais frequentes entre os mais jovens e de maior classe socioeconômica. O lanche da tarde é o mais consumido (69% dos entrevistados), tendo apresentado aumento de 40% na frequência de consumo entre 2006 e 2011.

Apesar do recente aumento da frequência de consumo do lanche, sua qualidade está sendo comprometida pelas escolhas. Um dos dados mais preocupantes é a superioridade da frequência de consumo de bebidas açucaradas no lugar de iogurte e leite, o que pode contribuir decisivamente para a ingestão insuficiente de cálcio pela população brasileira.

Outro ponto é o consumo de proteínas pela população brasileira como um marcador positivo da dieta. A variedade na dieta é fundamental, evitando a monotonia alimentar e favorecendo o consumo de uma maior gama de nutrientes.

Os alimentos lácteos, como o iogurte, contribuem não somente para o consumo de proteínas de alto valor biológico, como também para a ingestão adequada de micronutrientes.

Confira seis dicas para conseguir fracionar as refeições de forma saudável:

  1. Sempre tome café da manhã. Procure consumir algo de fácil preparo como, por exemplo, um pote de iogurte natural com frutas e cereais.
  2. Leve lanches versáteis para o trabalho. Uma dica para evitar a correria pela manhã é comprar mix de oleaginosas (castanhas, amêndoas…) ou mix de frutas desidratadas.
  3. Visite novos restaurantes e experimente novos alimentos. Às vezes, um alimento específico que não te agrada tanto pode trazer uma nova experiência de consumo quando preparado de outra forma. Para quem não gosta de brócolis, por exemplo, uma sugestão é consumi-lo refogado ao alho e óleo, gratinado, em pequenos pedaços no arroz, entre diversas outras maneiras.
  4. Separe uma de suas frutas preferidas (em unidade ou picadas). São ótimas opções para o lanche.
  5. Para a hora do jantar, uma alternativa ótima para manter a forma é uma salada com molho de iogurte. Para variar, acrescente ingredientes como cogumelos, croutons ou fatias de frango grelhado.
  6. E aquele tradicional leite quente antes de dormir? Que tal reinventá-lo? Vale batê-lo com frutas ou mesmo deixá-lo quentinho e misturar com granola.

Visite nosso site: www.naturelt.com.br

Fonte adaptada: universojatoba.com.br
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Lasanha de Espinafre

Receita de Lasanha de Espinafre

Tempo de preparo: 10 minutos
Nível de preparo: Fácil

Ingredientes

1 xícara de ricota com baixo teor de gordura
¼ de xícara de queijo parmesão ralado na hora
1 ¼ de xícara de queijo mozarela light ralado, dividido
280g de espinafre picado e escorrido
700 ml de molho de tomate
9 lâminas de lasanha sem glúten*
250 ml (1 lata) de extrato de tomate

Modo de preparo

  1. Em uma tigela média, misture a ricota, o queijo parmesão, ¼ de xícara de queijo mozarela e o espinafre.
  2. Espalhe 1 xícara de molho de macarrão no fundo de uma assadeira. Arrume 3 folhas de massa de lasanha lado a lado em cima do molho (pode quebrá-las se for necessário para ajustá-las no espaço).
  3. Espalhe cerca de ⅓ de xícara da mistura de ricota/espinafre em cima da massa. Faça mais uma camada de molho, outra de massa e mais uma da mistura de ricota/espinafre e repita as camadas mais uma vez. Cubra com o restante do molho e também com o extrato de tomate. Polvilhe 1 xícara de queijo mozarela por cima.
  4. Coloque a assadeira no forno e asse de acordo com as instruções da massa.

* Se preferir, você também pode utilizar massa de lasanha integral.

Quantidade

Rende 12 porções de 180 calorias cada

 

fonte: site receita de vida

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Receita: Gnocchi de Batata Doce

Receita de Gnocchi de Batata Doce

Para dar continuidade em nossas receitas, recentemente experimentei uma receita de Gnocchi de Batata Doce! Ficou fantástico, tomei a liberdade de modificar a receita e adicionei um mix de farinha sem glúten para substituir a farinha de trigo e o resultado não poderia ter sido melhor.

Ingredientes

  • 2 batatas-doces grandes
  • 400 g mix de farinha sem glúten
  • 1 ovo
  • 50 g de amido de milho
  • 5 g de sal

Modo de Preparo

  • Cozinhar as batatas e espremer;
  • Adicionar o ovo e misturar bem;
  • Juntar o amido de milho e ir colocando a farinha de trigo aos poucos, até não grudar mais nas mãos;
  • Então, enfarinhar a bancada e cortar a massa em pedaços para poder enrolar, com as mãos no sentido do centro para as pontas;
  • Ir espichando a massa sempre rolando, para ficar no formato circular;
    Cortar a massa com o auxílio de uma faca;
  • Se for pra fazer na hora, é só aquecer 1 litro de água para cada 100 g de massa e adicionar 10 g de sal grosso;
  • Deixar ferver e adicionar a massa, assim que a massa subir na água retirar as massinhas com o auxílio de uma escumadeira, e ir colocando em um refratário;
  • Adicionar o molho de sua preferência.

 

Para fazer o mix de farinha é bem simples:

Misture tudo e  pronto!

 

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Tipos de Sal

Tipos de Sal

Navegando em busca de informações interessantes para nossos leitores e parceiros, encontramos uma matéria bem interessante sobre diferentes tipos de sal que tem bastante relação com nosso conteúdo e preocupação com o bem estar de cada um.


 

Saber consumir diferentes tipos de sal ajuda a combater hipertensão

Quantidade de sódio varia entre os produtos e deve ser limitada

Reduzir o consumo de sal de 5g para 3g diárias poderia salvar milhões de vidas. Essa foi a conclusão de um estudo recente conduzido pela Organização Mundial da Saúde, nos Estados Unidos. Mas, afinal, quando foi que o sal se tornou vilão da saúde? Quem melhor responde essa pergunta são os últimos números sobre hipertensão divulgados por grandes instituições. De um lado, o Ministério da Saúde estima que 22,7% da população brasileira sofra da doença. De outro, a OMS calcula que o problema seja responsável por 9,4 milhões de mortes no mundo todos os anos.

Embora esteja relacionada ao histórico familiar, ao sedentarismo, entre outras particularidades, é evidente que a hipertensão ainda tem forte relação com um fator facilmente controlável: a ingestão de sal. Enquanto o consumo diário do alimento deve ser limitado até 2400 mg de sódio por adultos saudáveis, ele deve cair para algo entre 800 e 1.600 mg de sódio por quem tem a doença. Assim, no Dia Nacional da Hipertensão, lembrado neste dia 26 de abril, listamos os diferentes tipos de sal e a quantidade de sódio encontrada em cada um deles. Limite a ingestão e melhore sua qualidade de vida.

Sal refinado

Especialistas defendem que o sal refinado ou de cozinha deveria ser usado com moderação na preparação dos alimentos e retirado da mesa para evitar a adição a refeições já prontas. “Ele é uma mistura de 60% de cloreto e 40% de sódio, substâncias que, juntas, formam o sal”, explica a nutricionista Roseli Rossi, da clínica Equilíbrio Nutricional, em São Paulo.

1 g de sal refinado = 400 mg de sódio

Sal light

O sal light pode ser uma boa alternativa para controlar melhor a hipertensão. Embora 50% de sua composição seja de cloreto de sódio, 50% são de cloreto de potássio, aponta a nutricionista Sandra da Silva Maria, da clínica Gastro Obeso Center. O que isso significa? O corpo depende de um equilíbrio hídrico regulado por sódio e potássio, sendo o primeiro retentor de líquidos e o segundo diurético. Ingerindo os dois, portanto, o organismo não retém tanta água e, assim, não leva ao aumento da pressão arterial. Ele só não é recomendado a indivíduos com doenças renais, uma vez que o problema leva ao acúmulo de potássio nos rins, o que pode favorecer doenças cardíacas.

1 g de sal light = 197 mg de sódio

Sal grosso

Tradicionalmente usado para temperar carnes, o sal grosso evita o ressecamento dos alimentos justamente por não ter passado pelo processo de refinamento. Ele apresenta a mesma quantidade de sódio do sal de cozinha, portanto.

1 g de sal grosso = 400 mg de sódio

Flor de sal

“Considerado um sal gourmet, a flor de sal costuma estar presente apenas em restaurantes mais requintados”, aponta a nutricionista Sandra. O tempero é obtido na camada superior das salinas antes de serem depositadas no fundo, quando, então, se transformam no sal marinho. A coloração acinzentada se dá devido à presença de areia, mas também é comum o uso de outros elementos para alterar a cor do produto.

1 g de flor de sal = 450 mg de sódio

Sal marinho

De acordo com a nutricionista Roseli, o sal refinado e o marinho são praticamente iguais, contendo mais de 99% de sódio em sua composição. A principal diferença está no formato dos grãos: enquanto o primeiro é refinado para passar pelo buraco do saleiro, o segundo passa por um refinamento mais rústico, resultando em grãos irregulares, mas não tanto quanto os do sal grosso. “Essa particularidade faz com que o sal marinho gere uma ‘explosão de sabor salgado’ na língua”, afirma a nutricionista Roseli. Assim como o sal de mesa, ele pode temperar carnes, aves, peixes, verduras e legumes, realçando o sabor desses alimentos.

1 g de sal marinho = 420 mg de sódio

Sal negro

O sal negro é um sal não refinado procedente da Índia. “Por conta de compostos de enxofre presentes em sua composição, ele tem um forte sabor sulfuroso”, diz a nutricionista Roseli. Outro fator que chama a atenção é a cor cinza rosada, que evidencia sua origem vulcânica. Além de compostos sulfurosos, o sal negro é formado por cloreto de sódio, cloreto de potássio e ferro. Pode temperar receitas com carne, aves e peixes e também ser utilizado na finalização de pratos.

1 g de sal negro = 380 mg de sódio

Sal rosa do Himalaia

Encontrado aos pés do Himalaia, região que há milhões de anos foi banhada pelo mar, o sal do Himalaia é considerado o mais antigo e puro dos sais marinhos. “Ele tem quase metade do sódio encontrado no sal comum e possui mais de 80 minerais, tais como cálcio, magnésio, potássio, cobre e ferro”, afirma a nutricionista Roseli. Por conta disso, os cristais ganham tom rosado e sabor agradável e suave. De acordo com a especialista, ele pode ser usado em carnes, aves, peixes, saladas e legumes, além de cair muito bem na finalização e decoração de alguns pratos.

1 g de sal rosa do Himalaia = 230 mg de sódio

Sal líquido

“O sal líquido é obtido pela dissolução de sal de altíssima pureza e sem aditivos em água mineral”, explica a nutricionista Roseli. Com embalagem contendo 250 ml, trata-se do primeiro e único sal iodado do Brasil apresentado na forma líquida. Com sabor suave, o sal líquido pode ser usado em todos os alimentos, sem alterar suas características. Além disso, sua aplicação em spray permite a distribuição uniforme do sal na medida de seu paladar. Tal característica também permite controlar melhor as quantidades ingeridas.

0,1ml de sal líquido em spray = 11mg de sódio

Sal do Havaí

Essa variedade de sal não é refinada e tem coloração avermelhada, devido a presença de uma argila havaiana chamada Alaea, rica em dióxido de ferro. De sabor suave, pode ser acrescentada a várias receitas, como saladas, massas, grelhados e aves. “Tem quase a mesma quantidade de sódio encontrada no sal comum, portanto, nada de mão pesada no saleiro”, afirma a nutricionista Roseli.

1 g de sal havaiano = 390 mg de sódio 

Sal defumado

Existem diferentes tipos de sais defumados, usado principalmente na culinária requintada tem um preço bastante salgado. No entanto, os mais tradicionais e cobiçados são o francês – também chamado de fumée de sel – e o dinamarquês. “O sal defumado francês é feito com cristais de flor de sal defumados lentamente, em fumaça fria resultante da queima de ripas de barris de carvalho usados no envelhecimento de vinho chardonnay”, explica a nutricionista Roseli. Já o sal defumado dinamarquês é feito segundo a tradição viking: após a evaporação da água do mar, o sal é secado em recipiente aberto sobre uma fogueira fumacenta, feita com galhos de madeiras aromáticas, como carvalho e cerejeira.

1g de sal defumado = 395 mg de sódio

fonte:http://www.minhavida.com.br/alimentacao/galerias/16286-saber-consumir-diferentes-tipos-de-sal-ajuda-a-combater-hipertensao/#carousel-galeria

 

Aproveite e conheça nosso Sal do Himalaia!

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Os Benefícios da Farinha de Banana Verde

Farinha de Banana Verde

A Farinha de Banana Verde liofilizada é feita a partir de um dos alimentos mais completos da natureza, a própria banana-verde ou quando está no ponto de “quase madura” seu processo é industrializado.

A Banana Verde possui excelentes propriedades nutritivas, mas, como é impossível comer a fruta “in natura verde” devido a liga que amarra a boca e ao gosto amargo, pesquisadores nutricionistas descobriram uma forma ideal para a ingestão diária, a Farinha de Banana Verde de maneira que o teor nutritivo permaneceu inalterado.

O que é liofilizado?

A liofilização trabalha congelando o alimento (frutas, ovos, carnes, etc.), depois é encaminhada para a câmara de vácuo e aumento gradativo da temperatura, reduzindo-se deste modo a pressão circunvizinha, o que permite à água congelada no material passar diretamente da fase sólida para a fase gasosa sem passar pela fase líquida (Esse processo só é possível devido ao valor extremamente baixo de pressão que o alimento é submetido, a pressão reduzida em alimentos altera o ponto de vaporização da água contida nele, sendo assim, quanto menor a pressão que um alimento é submetido, a água dentro do alimento, terá também um ponto de vaporização menor, tornando mais fácil o processo de sublimação) – de modo similar àquela que faz com que os cubos de gelo não utilizados encolham em um freezer frost-free – sem entretanto destruir lhe as propriedades nutritivas, pois mantém intactas as paredes celulares que seriam destruídas na evaporação. O índice de água extremamente reduzido que resulta inibe a ação dos microrganismos e das enzimas que normalmente estragam ou degradam a substância.

Quais os benefícios em consumir a Farinha de Banana Verde

A inclusão no cardápio para a preparação de receitas ou usar o produto “in natura na forma da Farinha de Banana Verde”, traz inúmeros benefícios a saúde, a principal é que ajuda a emagrecer pois tem menos calorias e carboidratos, evitando assim, o acúmulo de gordura, também reduz futuros problemas como diabetes, já que evita picos da glicose, além de prolongar a vontade de comer.

Uma das fontes mais poderosas da Farinha de Banana Verde é a substância chamada de amido resistente, responsável em melhorar a imunidade, a digestão e os índices glicêmicos tão importantes para a saúde.

A importância deste amido na forma resistente é que pode ser encontrado em índices que variam de 55 a 93% na Farinha de Banana Verde, isso porque ele é absorvido somente pelo intestino delgado e não no estômago, isso significa que não será liberado glicose no sangue.

Outra das vantagens da Farinha de Banana Verde é que possui menos sacarose, açúcar natural das frutas, por isso não há riscos para adquirir diabetes, é zero em gorduras e as fibras regulam a função dos intestinos, sem falar da sensação de bem-estar que proporciona com a substância liberada a serotonina, além de minimizar nas mulheres os sintomas da TPM.

A Farinha de Banana Verde pode ser incluída no cardápio em até 2 colheres ao dia, (cerca de 30 gramas) ou a critério do nutricionista, e nesta pequena quantidade já tem os seguintes nutrientes:

  • 10% de fibra
  • 8% de fósforo
  • 7% de carboidrato
  • 6% de ferro
  • 5% de cálcio
  • 3% de magnésio
  • 2% de manganês
  • 1% de proteína

Farinha de Banana Verde emagrece mesmo?

Com certeza, incluir a Farinha de Banana Verde na dieta é uma excelente escolha, principalmente pela presença da substância chamada amido resistente, graças a sua ação que age sobre o estômago, a sensação de saciedade é mantida por horas, por isso, é fácil perder os “quilinhos a mais” em pouco tempo.

Outro fato comprovado é que diminui o colesterol visto que osácidos graxos de cadeia curta são responsáveis pela redução da absorção do colesterol no intestino, reduzindo e muito o LDL (colesterol ruim).

A saúde então, fica em dia já que o LDL em excesso pode acumular placas de gordura entupindo as artérias do corpo, iniciando uma aterosclerose, onde infarto ou AVC podem surgir sem aviso.

Como consumir a Farinha de Banana Verde

Você pode escolher entre diversas maneiras, importante é observar que não ultrapasse a ingestão de 2 colheres diárias, ou conforme orientação do nutricionista. Pode ser polvilhada sobre qualquer alimento como frutas, iogurtes sem açúcar, misturada a sucos sem açúcar, sopas, caldos, ou onde a imaginação mandar. Pode polvilhar sobre saladas ou outros alimentos pois o gosto em nada será alterado.

Na hora de fazer pães, tortas ou bolos, pode substituir metade da quantidade da farinha de trigo da receita, pela Farinha de Banana Verde, os pratos continuarão deliciosos, mas, muito nutritivos.

Benefícios

É um alimento saboroso e nutritivo; tem 84% de amido resistente, que é um carboidrato que tem propriedades fisiológicas semelhantes às das fibras.
O amido resistente não é absorvido pelo intestino; quando ele chega ao intestino grosso, é digerido pelas bactérias que ali existem e produzem substâncias que são benéficas tanto no intestino grosso como no nosso organismo em geral, portanto o amido resistente assemelha-se às fibras solúveis (Absorvem água e são fermentadas no intestino grosso).

Por conta disso quando acrescentada à alimentação, proporciona muitos benefícios para o organismo:

  • Efeito prebiótico ( a fibra fermenta no intestino produzindo bactérias benéficas para nosso corpo);
  • Melhora a prisão de ventre.
  • Promove sensação de saciedade e diminui e a fome
  • Evita o aumento de glicose no nosso sangue e como conseqüência, o diabetes;

Torta Salgada com Farinha de Banana Verde

Ingredientes

  • 5 ovos grandes
  • 2/3 xícaras de óleo
  • 3 xícaras de leite
  • 3 colheres (sopa) de queijo ralado
  • 2 xícaras de farinha de trigo
  • 1 xícara de Farinha de Banana Verde
  • sal a gosto
  • 1 1/2 colher (sopa) de fermento em pó

Modo de Preparo

No liquidificador, coloque os ovos, o óleo, o leite e o queijo ralado, bata bem até ficar tudo homogêneo.Junte a farinha de trigo e a Farinha de Banana Verde aos poucos, ligue e desligue o liquidificador até acrescentar as farinhas, por último o fermento e bata só mais um pouco.

Despeje numa assadeira untada e enfarinhada, 1º metade da massa, e por cima o recheio de sua preferência (pode ser refogado de legumes, frango, qualquer recheio menos calórico) despeje o restante da massa por cima.Leve para assar em forno preaquecido a 180ºC por 40 minutos, ou até que esteja levemente corado.

Se preferir pode polvilhar antes de ir ao forno sementes de chia, linhaça ou outra de sua preferência para ficar crocante e ficar mais funcional e nutritiva. Pode servir quente ou fria.Bom apetite!

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#FIKADICA:

Farinha de Banana Verde da Naturelt!

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Pão sem glúten caseiro

Pão sem Glúten

INGREDIENTES

2 ovos inteiro
3 colheres de sopa de azeite
1\2 xícara de leite vegetal (soja, arroz, amêndoas)
1\2 xícara de farinha de arroz
1\2 xícara de mix de farinhas sem glúten
1 colher de sopa de farinha de linhaça ou chia
1 colher de sopa de farinha de grão de bico ou berinjela
Utilizar ervas ou temperos a sua escolha: tomilho, orégano, alecrim
1 colher de sopa de açúcar demerara
1 colher de chá de sal
2 colheres de chá de fermento químico para bolo

Modo de preparo:
– Bata com fouet (ou batedeira caso prefira) os ingredientes líquidos rapidamente.
– Acrescente os secos e bata até obter uma massa bem leve e homogênea.
– Junte o fermento químico por último.
– Unte a forma de pão com azeite, óleo de coco ou de girassol. Caso prefira, polvilhe sementes de abobora sem casca, ou de girassol e pincele gema em cima da massa.
– Pré-aqueça o forno a 180 graus. Asse por 25 minutos aproximadamente.

 

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