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10 curiosidades sobre o Ágar

 

Hoje nosso papo é a respeito do ágar-ágar. Nunca ouviu falar? Então senta que esse produto é poderoso e você vai amar saber mais sobre ele. O Ágar-ágar, chamado também de agarose ou simplesmente ágar para os íntimos, é uma substância retirada das paredes celulares das algas vermelhas que possui ótimos benefícios para nós. Embora o nome seja um pouco engraçado, ele tem origem no malaio, onde seu significado é gelatina. Confira abaixo 8 curiosidades que você não sabia sobre o ágar-ágar.

  • Cresce, e muito!

O Ágar é insolúvel em água fria, porém quando em contato com a água quente, tem um alto poder de absorção de líquido, podendo chegar até 3 vezes seu volume quando ingerido.

  • É famoso mundo afora

Esse poder fez com que uma dieta fosse criada no Japão chamada de Kanten. Como ele aumenta de tamanho, faz com quem o consome sinta uma sensação de saciedade, contribuindo para a diminuição do peso.

  • É magrinho, magrinho

Seu baixo teor calórico e sua grande quantidade de fibras contribuem para o bom funcionamento do intestino e reduz a absorção de gordura.

  • Xô, flacidez!

Quando consumido com regularidade ele promove a elasticidade da pele, diminuindo a flacidez ocasionada pela perca de peso. 

  • Desintoxica e hidrata!

Quando consumido em forma de chá, tem ação desintoxicante e hidratante, colaborando para a beleza da pele. Para utilizá-lo como chá basta usar uma colher de chá de pó de ágar em um copo de água morna. Espere dissolver e aproveite. Detalhe: é sem gosto. 

  • É ótimo para receitas de doce

Pode substituir facilmente a clara de ovo em receitas. Ótimo para quem é alérgico ao ovo e para os que desejam uma receitinha mais leve. Além disso, seu poder de gelificar é maior do que o da gelatina comum, podendo também substituí-la em preparos. Uma colher de chá de ágar-ágar em pó rende uma xícara de chá de gelatina. 

  • Os bichinhos não sofrem

Diferente da gelatina comum que tem origem animal, o ágar é de origem vegetal. Ou seja, nenhum bichinho sofreu para extrair essa substância. Se você é adepto de uma dieta vegana ou não curte sofrimento animal, vai aderir. 

  • É atóxica

Não precisa se preocupar em ter reação alérgica, já que ela não causa nenhum mal à saúde.

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Receita de Panqueca sem Glúten!

Nós da Naturelt gostamos de comer bem e sabemos que você compartilha dessa paixão. Mas as vezes pode ser difícil encontrar aquele prato apetitoso que encha os olhos e que alie saúde e bem-estar sem ter aquela cara de “comida de academia”. Pensando nisso, nós resolvemos voltar a compartilhar com vocês algumas receitinhas maravilhosas que utilizam de ingredientes saudáveis que vão dar adeus as suas vontades de comer doce. E o melhor, sem culpa nenhuma!

Hoje trouxemos uma receita prática e deliciosa para aqueles que são alérgicos ou que estão diminuindo o consumo de glúten. É a panqueca feita com farinha de arroz.

 

Para a receita você vai precisar de:

–  1 Xícara de Farinha de Arroz

–  1 Xícara de Leite

–  1 Ovo

– 1 Colher de sopa de Ghee derretida

– 1 Colher de sopa de fermento em pó

– 1 Colher de chá de açúcar

– 1 Pitada de sal

 

Primeiro misture todos os ingredientes secos e reserve. Em outro recipiente misture os outros ingredientes (leite, ghee derretida e o ovo) preferencialmente com um batedor ou fuê. Junte tudo até que a massa fique homogênea. Unte a frigideira com ghee ou óleo de coco em fogo médio e despeje a mistura. Quando as bolinhas começarem a aparecer, vire a panqueca e deixe por mais 1-2 minutos. E voilá! Lembre-se de untar a frigideira para cada panqueca, se não gruda!

Adicione Mel e pedacinhos de frutas da sua preferência.

 

fonte: https://www.tudoreceitas.com/cozinheiro/2.html
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Perigo dos alimentos industrializados

 

Arruma a mochila das crianças, leva pra escola, vai ao mercado – mas não sem antes checar o que ta faltando na dispensa, faz o almoço, corre pro banco, lembra que tem consulta marcada e não pode perder – não pela terceira vez, volta pra buscar as crianças, começa a preparar o jantar. Já cansada ou cansado, você consegue finalmente sentar durante um ou dois minutos em frente a TV, zapeia um pouco pelos canais e se depara com uma cena mágica de família feliz comendo uma maravilhosa massa. É aquele comercial batido de lasanha congelada, mas dessa vez você começa a assisti-lo de forma diferente, afinal, você não seria a pior mãe do mundo se de vez em quando, jogasse uma lasanha dessas no forno, ou desse uma fritada rápida nos nuggets, já que as crianças não põem fígado na boca por nada!

A gente te entende. É por isso que a matéria de hoje vem falando sobre o perigo dos alimentos industrializados, esses que na correria do dia a dia a gente acaba consumindo de montão. Tudo bem, ninguém disse que você consome todos os dias, ou que você e sua família só “comem comida de caixinha”, mas não custa nada se informar melhor sobre todo o perigo em torno da praticidade que esses produtos oferecem.

Fizemos uma lista de substâncias presentes nesses alimentos, suas funções e seus riscos.

Corantes e Aromatizantes.

Possuem a função de colorir os alimentos e fazerem com que pareçam mais naturais e frescos. Isso faz com que nós, consumidores, aceitemos esses produtos como saudáveis ao invés de limitarmos seu uso. São encontrados em biscoitos, balas, doces e gelatinas, margarinas, sorvetes, sucos de fruta instantâneos, bolos e etc. Estudos indicam que os corantes alimentarem podem despertar sintomas do transtorno de Déficit de atenção, sendo também associado a alergias.

Parecido com os corantes, o aromatizante tem como função passar a sensação, por meio do olfato, que o alimento está fresco, enganando nossos sentidos. Isso faz com que se pareçam com produtos naturais e sejam assim aceitos pelos consumidores. Eles são mais comumente encontrados em carnes enlatadas, sopas, sorvetes, bolos.

Os nitritos e nitrados intensificam o sabor e cor dos produtos. É facilmente encontrado em carnes e derivados, como a mortadela, salsicha, presunto, salame. Consumido em grandes quantidades podem aumentar a formação de nitrosaminas, que possui efeito tóxico ao organismo e  está relacionado a doenças como o câncer.

Conservantes

Sua função é bem simples: evitar que os produtos se deteriorem com o passar do tempo enquanto está armazenado, evitando que fungos e bactérias se proliferem. Eles são identificados nos rótulos pelas siglas P1 e P10.

Os conservantes são encontrados principalmente em sucos, chocolates, queijos fundidos, concentrados de frutas, pães, farinhas, salgadinhos (desses amarelinhos mesmo) conservas de carne e vegetais, entre outros. Eles juntamente com os corantes estão ligados a sintomas de Déficit de atenção, de acordo com a nutricionista Mariane Valpassos.

Nos refrigerantes há o benzonato de sódio, presente no ácido benzoico. A ação dessa substância é antibacteriana, sendo usada em alimentos ácidos. Ele ajuda a proporcionar mais sabor e manter a cor. Ele é liberado pela legislação brasileira, mas seu uso em excesso prejudica o organismo. A combinação de vitamina C com ácido benzoico, em altas temperaturas, podem desenvolver o benzeno, que pra quem não sabe é uma substância cancerígena.

 

Antioxidantes

Parecido com os conservantes, os antioxidantes possuem a função de manter os alimentos em boas condições para ser consumido por longos períodos de tempo. São usados em gorduras e óleos, cerveja, produtos a base de cacau, leite de coco, leite em pó, refresco, margarina, refrigerantes e outros. É um agente cancerígeno!

 

Estabilizantes e Acidulantes

Os acidulantes, cuja função é parecida com a dos aromatizantes, é usado nas bebidas de fruta. Isso porque ela imita o sabor de algumas frutas e apresenta um sabor ácido. No rótulo é identificada com o código H na embalagem. Já os estabilizantes recebem esse nome porque estabilizam as proteínas, mantendo a aparência saudável do produto. Ele pode ser identificado pelas siglas ET1 até ET29.

 

Fiquem atentos com o uso exagerado desses alimentos! Muitas vezes consumimos produtos que nem sabemos como foram feitos. Gostou da matéria? Que tal dar uma sugestão pra próxima?

 

Fonte: http://www.namu.com.br/materias/os-perigos-dos-conservantes-nos-alimentos http://www.nutricaoemfoco.com/alimentos/perigo-dos-alimentos-industrializados/
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Receita de Tapioca com Linhaça

tapiocalinhaça

Hoje vamos falar do campeão entre os que procuram por reeducação alimentar, para os alérgicos a Glúten ou que simplesmente amam o sabor e versatilidade desse produto 100% nacional, a amada tapioca! Muita gente conhece, mas poucas pessoas conseguem identificar o processo pelo qual ela é feita, embora seja muito simples. Achou que era só comprar a goma e pôr na frigideira? E se eu te contasse que existe uma maneira mais barata que possibilita que você deguste essa iguaria nacional de maneira mais fresca?

Para quem não sabe a goma de mandioca nada mais é que Fécula de Mandioca hidratada. Sendo assim, é muito prático ter a fécula de mandioca, ou polvilho doce, como também é conhecido, estocado em casa, pois diferente da Goma, que após alguns dias na geladeira já não possui um sabor tão fresco, pode ser feito a qualquer momento. Após absorver a umidade da água ela pode ser chamada de goma e fica pronta para o consumo. Logo abaixo mostraremos como você pode transformá-la em goma. Esse amido é rico em valores energéticos, sais minerais, como ferro, cálcio e fósforo, além de vitaminas do complexo b e potássio e tudo isso sem possuir gorduras.
Sem mais delongas, vamos a Receita!

Primeiro passo:

Para hidratar o polvilho, coloque em uma vasilha a quantidade que você precisa, cobrindo com água. Misture um pouco. Se notar que ainda não está muito úmido, coloque mais água. O ideal é que ele fique molhado o suficiente para mexer com uma colher com facilidade. A medida de 1 kg de fécula para 1 litro de água também pode ser usado.
– Deixe descansar por 12 horas. Caso tenha excesso de água, livre-se desse excesso de líquido que ficou por cima da fécula umedecida.
– Após se livrar da água sobressalente, envolva a massa em um pano para secá-la. Pressione para que seja retirado a água da massa.
– Utilize as mãos para ir quebrando a massa até que fique esfarelada.

Segundo passo:

Separe uma frigideira antiaderente, coloque uma pitada de sal, uma colher de chá de linhaça dourada e frite a massa em fogo baixo. Quando notar uma leve fumacinha saindo, a tapioca está pronta.
Terceiro passo:
Recheie da maneira que preferir! Que tal um recheio saudável, que te dê energia pras atividades do dia? O importante é variar. Experimente Ricota com Frango, Ovo mexido com linhaça, creme de avelã, as possibilidades são infinitas.

Dica: Varie também a Linhaça, utilizando Chia e Farelo de aveia. Lembrando que é importante enriquecer a massa da tapioca, já que sua farinha branquinha necessita do acompanhamento de fibras.

fonte:http://saramedeirosnutricionista.blogspot.com.br/2013/12/tapioca-como-fazer.html
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10 estratégias para você comer menos nas festas de fim de ano

10 estratégias para você comer menos nas festas de fim de ano.

Dezembro costuma ser um mês muito esperado pela maioria das pessoas. É tempo de férias, viagens e, principalmente, festas. Grande parte das famílias prepara reuniões especiais para celebrar, ao lado de parentes e amigos, o Natal e a chegada do Ano Novo.

E para acompanhar estas comemorações tão importantes, comidas e bebidas não podem faltar! E aí que mora o perigo: em meio a tantas delícias – que incluem desde frutas secas e outros aperitivos, passando por deliciosos pratos salgados, com muitas carnes e massas, além de doces, refrigerantes e bebidas alcoólicas -, são poucas as pessoas que conseguem resistir e manter a dieta que seguem no dia a dia.

Não há mal nenhum em comer um pouco de doce e até beber um gole de champanhe para celebrar esses momentos especiais, mas o problema é que muitas pessoas exageram ao comer tudo que evitaram consumir ao longo do ano.

Pensando exatamente nesta dificuldade que muita gente tem em manter uma boa alimentação durante as festas de fim de ano, a nutricionista Sabrina Lopes cita algumas dicas para comer menos nestas ocasiões e evitar futuros arrependimentos:

1. Coma de três em três horas

Sabrina Lopes cita que o primeiro passo para evitar exageros durante as festas de fim de ano é se alimentar corretamente, de três em três horas, durante o dia, para não chegar no momento da ceia ou do almoço com muita fome.

2. Evite aperitivos calóricos

Antes do jantar ou almoço, muitas famílias têm o costume de servir petiscos de frutas e oleaginosas, entre outros. Porém, apesar de serem saudáveis, estes são alimentos calóricos, que não devem ser consumidos em excesso.

“Nas festas de Natal e Reveillon, evite os petiscos de frutas secas e oleaginosas antes do almoço ou ceia, esses contém algumas calorias extras”, orienta a nutricionista Sabrina.

3. Opte pelas frutas

Na maioria das reuniões de fim de ano é possível encontrar também as mais variadas opções de frutas. A recomendação da nutricionista Sabrina é optar por elas em vez de comer doces.
“Mas caso vá consumir doces, faça isso em pequenas quantidades”, destaca.

4. Não exagere na preparação dos alimentos

“Procure retomar a alimentação normal no dia 26 de dezembro e, também, no dia 1 de janeiro. Então não prepare grandes quantidades de alimentos para não ficar comendo as sobras nos dias seguintes”, orienta Sabrina Lopes.

Caso tenha o costume de passar as festas na casa de algum familiar ou amigo, e o anfitrião ofereça um pouco de doce ou alguma outra comida para você levar para a casa, seja gentil e agradeça, mas diga que não precisa, pois, para o dia seguinte, já tem outros planos.

5. Evite as bebidas alcoólicas

As festas de fim de ano são, geralmente, regadas com muitas bebidas: cerveja, chopp, batida, vinho, champanhe, entre outras. E para algumas pessoas, que têm o costume de beber socialmente, especialmente em ocasiões especiais, fica difícil resistir.

“Tome cuidado com os excessos de bebidas alcoólicas. Mas, se for beber, prefira os vinhos e o champanhe que são menos calóricos”, orienta a nutricionista Sabrina.

6. Intercale a bebida com água

Se você não resistir e optar por beber um pouco de cerveja, chopp ou outra bebida alcoólica, não exagere na quantidade. Uma dica que pode ajudar neste sentido é intercalar um copo de água com o copo da bebida, dessa forma, você beberá menos, mas não ficará “com o copo vazio”.

7. Prepare bons alimentos

Se você é o anfitrião e quer oferecer uma boa ceia aos seus convidados, mas sem exagerar na quantidade de comida e nos alimentos calóricos, faça boas escolhas! “Não se esqueça de servir um belo prato de salada e legumes, sem adição de maionese. Prefira as carnes magras, como o peru, chester e peixes. Evite carnes como tender, leitão e pernil que possuem bastante gordura”, diz Sabrina Lopes.

Outra dica da nutricionista é adicionar castanhas e nozes em preparações com arroz, saladas e carnes. “Mas não as sirva como petiscos antes da refeição devido à grande quantidade de calorias que oferecem”, destaca.

“Sirva como sobremesa frutas e troque o refrigerante por sucos”, acrescenta a nutricionista.

8. Abuse das saladas

Se você é convidada de um jantar ou almoço, não tem como garantir que os alimentos oferecidos serão os mais saudáveis possíveis. Mas, provavelmente, saladas e alguns legumes serão servidos e a dica fundamental é começar por eles!

“Na hora de se servir, abuse de saladas e legumes, preenchendo boa parte do prato. Assim vai consumir menos comidas engordativas”, destaca Sabrina Lopes.

9. Coma salada antes de ir à festa

Mas, caso você saiba que, na ceia para a qual foi convidada, não terão opções de salada e legumes, coma apenas uma salada antes de sair de casa, para evitar exageros na hora de jantar.

10. Comemore de outra forma

Lembre-se que Natal e Reveillon são duas datas importantes, que não se limitam somente a bebidas e comidas.

De acordo com Sabrina Lopes, essa é a dica mais importante: “tire o foco da comida e aproveite ao máximo a companhia dos familiares e amigos!”, destaca a nutricionista.

O que devo comer no dia seguinte?

Mas muitas pessoas, de fato, não resistem à variedade de comida existente nestas festas de fim de ano e, realmente, acabam exagerando, comendo mais do que deviam. E é no dia seguinte que costuma vir o arrependimento…

“Para ajudar nos exageros do Natal, coma frutas ou faça sucos com laranja, abacaxi e mamão. Dê preferência a saladas, carnes magras, grelhados e alimentos integrais, como aveia, granola e arroz integral. A água também é fundamental para reidratar o corpo, beba em média um litro e meio de água”, diz Sabrina Lopes.

A nutricionista cita ainda alguns alimentos que não podem faltar no pós-festa:

  • Pimentão vermelho
  • Repolho
  • Tomate
  • Cebola
  • Cenoura
  • Abacaxi
  • Salsa
  • Pimenta vermelha
  • Uvas
  • Alho
  • Limão
  • Laranja

Mas vale destacar que, após o consumo excessivo de comidas e bebidas, não há como “voltar atrás”. Dessa forma, a melhor maneira é evitar os excessos, para retornar à dieta no dia seguinte sem peso na consciência.

fonte: http://www.dicasdemulher.com.br/10-estrategias-para-voce-comer-menos-nas-festas-de-fim-de-ano/
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Fracionar as refeições faz bem à saúde

Fracionar Refeições

Quantas refeições você faz ao dia? Com certeza já ouviu falar da importância de fazer mais refeições ao longo do dia, em menor quantidade. Saiba que aumentar o número de refeições pode reduzir as flutuações dos níveis sanguíneos de insulina, glicose e hormônios intestinais de saciedade, que ajudam a controlar a fome.

De acordo com o Ministério da Saúde, o ideal é fazer de cinco a seis refeições diárias. É preciso levar em conta os pontos de vista de equilíbrio metabólico, controle do peso, apetite e adequação da ingestão de nutrientes. Porém, a vida cada vez mais agitada nas médias e grandes cidades impõe uma rotina em que as pessoas saem de casa de manhã e só voltam à noite. Aí, além de opções pouco saudáveis, os lanches intermediários são realizados quando possível e não necessariamente no momento considerado ideal.

Uma pesquisa feita pela Toledo e Associados, em parceria com a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), sobre os hábitos alimentares dos brasileiros mostra que 79% têm os lanches intermediários inseridos em seu hábito alimentar, mas essas refeições são mais frequentes entre os mais jovens e de maior classe socioeconômica. O lanche da tarde é o mais consumido (69% dos entrevistados), tendo apresentado aumento de 40% na frequência de consumo entre 2006 e 2011.

Apesar do recente aumento da frequência de consumo do lanche, sua qualidade está sendo comprometida pelas escolhas. Um dos dados mais preocupantes é a superioridade da frequência de consumo de bebidas açucaradas no lugar de iogurte e leite, o que pode contribuir decisivamente para a ingestão insuficiente de cálcio pela população brasileira.

Outro ponto é o consumo de proteínas pela população brasileira como um marcador positivo da dieta. A variedade na dieta é fundamental, evitando a monotonia alimentar e favorecendo o consumo de uma maior gama de nutrientes.

Os alimentos lácteos, como o iogurte, contribuem não somente para o consumo de proteínas de alto valor biológico, como também para a ingestão adequada de micronutrientes.

Confira seis dicas para conseguir fracionar as refeições de forma saudável:

  1. Sempre tome café da manhã. Procure consumir algo de fácil preparo como, por exemplo, um pote de iogurte natural com frutas e cereais.
  2. Leve lanches versáteis para o trabalho. Uma dica para evitar a correria pela manhã é comprar mix de oleaginosas (castanhas, amêndoas…) ou mix de frutas desidratadas.
  3. Visite novos restaurantes e experimente novos alimentos. Às vezes, um alimento específico que não te agrada tanto pode trazer uma nova experiência de consumo quando preparado de outra forma. Para quem não gosta de brócolis, por exemplo, uma sugestão é consumi-lo refogado ao alho e óleo, gratinado, em pequenos pedaços no arroz, entre diversas outras maneiras.
  4. Separe uma de suas frutas preferidas (em unidade ou picadas). São ótimas opções para o lanche.
  5. Para a hora do jantar, uma alternativa ótima para manter a forma é uma salada com molho de iogurte. Para variar, acrescente ingredientes como cogumelos, croutons ou fatias de frango grelhado.
  6. E aquele tradicional leite quente antes de dormir? Que tal reinventá-lo? Vale batê-lo com frutas ou mesmo deixá-lo quentinho e misturar com granola.

Visite nosso site: www.naturelt.com.br

Fonte adaptada: universojatoba.com.br
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Receita: Gnocchi de Batata Doce

Receita de Gnocchi de Batata Doce

Para dar continuidade em nossas receitas, recentemente experimentei uma receita de Gnocchi de Batata Doce! Ficou fantástico, tomei a liberdade de modificar a receita e adicionei um mix de farinha sem glúten para substituir a farinha de trigo e o resultado não poderia ter sido melhor.

Ingredientes

  • 2 batatas-doces grandes
  • 400 g mix de farinha sem glúten
  • 1 ovo
  • 50 g de amido de milho
  • 5 g de sal

Modo de Preparo

  • Cozinhar as batatas e espremer;
  • Adicionar o ovo e misturar bem;
  • Juntar o amido de milho e ir colocando a farinha de trigo aos poucos, até não grudar mais nas mãos;
  • Então, enfarinhar a bancada e cortar a massa em pedaços para poder enrolar, com as mãos no sentido do centro para as pontas;
  • Ir espichando a massa sempre rolando, para ficar no formato circular;
    Cortar a massa com o auxílio de uma faca;
  • Se for pra fazer na hora, é só aquecer 1 litro de água para cada 100 g de massa e adicionar 10 g de sal grosso;
  • Deixar ferver e adicionar a massa, assim que a massa subir na água retirar as massinhas com o auxílio de uma escumadeira, e ir colocando em um refratário;
  • Adicionar o molho de sua preferência.

 

Para fazer o mix de farinha é bem simples:

Misture tudo e  pronto!

 

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Benefícios de uma boa postura

Benefícios de uma boa postura

Muitas pessoas pensam que a postura é apenas uma questão estética, mas os problemas que uma má colocação da coluna pode causar são vários e bem sérios.

Muitos fatores influenciam nessa boa ou má postura, desde o sexo até a situação emocional e seus hábitos. A boa postura pode corrigir muitos desses aspectos com seus benefícios. Não sentir-se curvado nem passar sentindo dor nas costas pode deixar você mais confiante e animado, melhorando, inclusive, a sua auto-estima.

A má postura é muito comum em pessoas que exerçam trabalhos em escritórios, onde ficam muitas horas em frente ao computador. A altura da mesa e da cadeira é muito importante, além da distância que você deixará entre você e a mesa. Tudo isso influencia na maneira como você irá sentar para trabalhar. Você poderá estar curvando a coluna de várias maneiras.

Quando você senta ou fica de pé, é importante manter os ombros relaxados, para trás, e abaixados, com a barriga para dentro. Assim, evita o encurvamento das costas que, com o tempo, pode evoluir para um arredondamento acentuado das costas, com a cabeça sendo projetada para frente.

Nossa cabeça pesa aproximadamente 5 kg e deve ficar centralizada no meio dos ombros. Quando a cabeça está inclinada para frente, para cada 2.5 cm de projeção, as forças de compressão no pescoço aumentam cerca de 5 kg. Com esta translação da cabeça para frente a cabeça passa a pesar 10 kg; se estiver projetado 5 cm para frente, pesa 15 kg e assim em diante. Verifique. Mantenha um objeto de peso perto do seu corpo e depois à frente, afastado do corpo. Quanto maior a distância entre o objeto e seu corpo, maior o peso.

Sobrecarrega menos os músculos da coluna

Quando o tronco fica inclinado, os músculos e as estruturas associadas têm de fazer muito esforço para manter a cabeça erguida. Este esforço o dia inteiro, enquanto a pessoa estiver sentado ou em pé, sobrecarrega os músculos, gerando cansaço e tensão. Estando o condicionamento físico dos músculos deficiente, podem ocorrer lesões como estiramentos ou entorses. Resultado: DOR no pescoço, ombros, e braços; dores de cabeça; perda de qualidade de vida.

Melhora a respiração, digestão e circulação

Sentar numa posição correta garante uma distribuição mais equilibrada do peso ao longo da coluna. A postura alinhada deixa a respiração mais fácil e mais eficiente porque permite o funcionamento correto do diafragma e do tórax, que não ficam comprimidos. Com a parte baixa do abdômen descomprimida, a digestão melhora e a circulação também.

Para ter uma boa postura:

1– Nunca pegar um peso no chão sem flexionar os joelhos;2– Quem fica longo tempo em pé, deve evitar ficar apoiado em uma só perna;

3– Nunca virar o tronco abruptamente, os pés devem acompanhar o movimento do corpo

4– Não fique sentado durante horas seguidas; levante durante cinco minutos, caminhe, alongue os braços e pernas e volte ao trabalho;

5– Coloque um apoio nos pés que possibilite mantê-los em um ângulo aproximado de 90 graus;

6– Regule o encosto e o assento da cadeira de acordo com sua altura;

7– Evite apoiar os pés nas rodinhas da cadeira;

8- Ao escrever no computador, mantenha o cotovelo na mesma altura da mesa;

9– Coloque o monitor do computador a uma distância de 40 a 60 cm do rosto;

10– Para digitar utilize apoios para o punho e o cotovelo, assim alivia o ombro.

fonte: https://todaperfeita.com.br/beneficios-de-uma-boa-postura/
http://www.mundosemdor.com.br/vantagens-da-boa-postura/
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Colágeno

Colágeno

Aproximadamente um terço da proteína de nosso corpo é colágeno. Ele tem uma função estrutural, protege outros tecidos menos resistentes e permite a sua conexão com o esqueleto ósseo. Colágeno é uma proteína composta por 3.000 aminoácidos dispostos em três correntes moleculares entrelaçadas, formando uma espécie de hélice tripla flexível e robusta. O colágeno tem inúmeros atributos: deixa a pele resistente e elástica, reforça tendões e ligamentos que unem os músculos aos ossos, sustenta os órgãos internos. Ossos e dentes são feitos pela adição de minerais à matriz de colágeno, e 75% da pele é colágeno.

Tipos de colágeno

Mais de 20 tipos de colágeno são encontrados no corpo, de acordo com um artigo publicado na revista científica Advanced Drug Delivery Reviews. A estrutura e a função do colágeno são determinadas pela sequência dos aminoácidos. Em alguns tecidos, como órgãos, o colágeno pode ter a forma de um gel. Em outros, como os tendões, o colágeno vem como fibras apertadas para fornecer a resistência.

Fonte de colágeno

Colágeno é um produto de origem animal, e é basicamente extraído da pele, cartilagens e tendões de aves, suínos e bovinos. Há um processo de agregação de água ao colágeno animal, chamado de hidrólise, obtendo-se assim o colágeno hidrolisado, um pó branco.

Colágeno comestível

O colágeno hidrolisado é composto por 90% de proteína, 2% de sais minerais, e 8% de água. O colágeno é classificado como uma proteína comestível e seus principais aminoácidos são prolina e lisina, responsáveis pela síntese de colágeno endógeno com a ajuda de alguns cofatores, citados abaixo. Ele é isento de gordura, colesterol e carboidratos. É uma proteína de fácil digestão e assimilação devido ao processo de hidrólise, e tem inúmeras indicações tanto na área de saúde como nos cuidados com a beleza da pele, cabelos e unhas.

O corpo produz colágeno

Existem nutrientes que ajudam o corpo a sintetizar e a preservar o colágeno por diversos caminhos metabólicos, agindo como cofatores. Para isso é preciso consumir alimentos ricos em lisina, ômega-3, vitamina A, enxofre, licopeno e vitamina C. A lisina está presente em laticínios, carnes, aves, peixes e frutos do mar, ovos, lentilha, tofu, quinoa e semente de abóbora. Pescados fornecem o ômega-3, que reduz a degradação de colágeno, e neste grupo também entram chia, linhaça, nozes, castanhas e abacate. Fontes de enxofre incluem alho, cebola, azeitonas, couve-de-bruxelas, ovos, pepino e aipo. A vitamina A trabalha em conjunto com o enxofre para produzir novas fibras de colágeno e elastina, e está presente em frutas e vegetais de cor verde, vermelha, laranja e amarela, como cenoura, batata doce, melão, manga, etc. O licopeno inibe a colagenase, uma enzima que destrói o colágeno, e se concentra no tomate, melancia, goiaba, acerola, pimentão vermelho e beterraba. Para finalizar, não pode faltar vitamina C, que se junta à lisina e prolina para formar os blocos de colágeno no corpo, abundante em frutas cítricas, vegetais folhosos de cor verde escura, pimenta vermelha, pimentão, goiaba, acerola, açaí, kiwi.

Vegetarianos, lisina e colágeno

Como o colágeno está presente em produtos de origem animal, os vegetarianos precisam ser bem cuidadosos na hora de montar o prato para não ter deficiência desta proteína essencial à saúde. Os precursores de colágeno citados acima não podem faltar, e a maior dificuldade reside na obtenção de lisina, pois a prolina é sintetizada pelo corpo a partir de outros aminoácidos. Os ovolactovegetarianos não têm problema para obter lisina, pois ovos e laticínios são excelentes fontes do aminoácido. Para os veganos as opções são o seitan (bife de glúten de trigo), proteína de soja (leite, tofu e carne de soja), ervilha, lentilha, feijões, levedo de cerveja, oleaginosas, manteiga de amendoim. Neste caso é importante consultar um especialista para saber a quantidade indicada de cada alimento para obter níveis adequados de lisina.

Suplemento alimentar

Por ser uma proteína de fácil digestão e assimilação, o colágeno é um suplemento alimentar com inúmeras indicações na área de saúde. Com o passar dos anos ocorre uma redução gradual de colágeno nos tecidos corporais, e ele também sofre em qualidade, tornando-se menos elástico e hidratado. O colágeno suplementar é usado para prevenir a degradação do colágeno corporal, ajudando assim a manter pele, tendões, ossos e ligamentos mais saudáveis.

Benefícios do colágeno

Ele atua no fortalecimento de unhas frágeis e promove maior resistência, espessura, crescimento e brilho aos cabelos. A pele adquire mais tônus, hidratação, e pode haver uma redução da flacidez cutânea. O colágeno hidrolisado desempenha um papel importante na prevenção e no tratamento de dores articulares, artrose e osteoporose, e tem sido utilizado para minimizar a ocorrência de lesões na terceira idade, pois mantém o tecido articular mais hidratado e elástico. Ele também é utilizado para prevenir lesões em atletas. Diversos estudos realizados na Europa e Estados Unidos atestam estes benefícios.

Como consumir

A dose recomendada é de dez a vinte gramas diárias (1 a 2 colheres de sopa) de colágeno hidrolisado diluído em meio copo de suco, leite ou iogurte. Prefira o colágeno em pó puro, sem a adição de corante e adoçante. Uma forma muito prática é a apresentação em balas tipo goma, contendo colágeno associado ao óleo de coco, assim se obtém um benefício duplo. Os primeiros efeitos se fazem notar após dois a três meses de consumo diário. O colágeno hidrolisado é um alimento e não há nenhuma restrição ou contraindicação, nem limite de tempo para o seu uso.

Conheçam nosso Colágeno Hidrolisado

fonte: http://www.minhavida.com.br/alimentacao/materias/18222-colageno-ajuda-a-pele-a-ficar-mais-resistente-e-elastica
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Tipos de Sal

Tipos de Sal

Navegando em busca de informações interessantes para nossos leitores e parceiros, encontramos uma matéria bem interessante sobre diferentes tipos de sal que tem bastante relação com nosso conteúdo e preocupação com o bem estar de cada um.


 

Saber consumir diferentes tipos de sal ajuda a combater hipertensão

Quantidade de sódio varia entre os produtos e deve ser limitada

Reduzir o consumo de sal de 5g para 3g diárias poderia salvar milhões de vidas. Essa foi a conclusão de um estudo recente conduzido pela Organização Mundial da Saúde, nos Estados Unidos. Mas, afinal, quando foi que o sal se tornou vilão da saúde? Quem melhor responde essa pergunta são os últimos números sobre hipertensão divulgados por grandes instituições. De um lado, o Ministério da Saúde estima que 22,7% da população brasileira sofra da doença. De outro, a OMS calcula que o problema seja responsável por 9,4 milhões de mortes no mundo todos os anos.

Embora esteja relacionada ao histórico familiar, ao sedentarismo, entre outras particularidades, é evidente que a hipertensão ainda tem forte relação com um fator facilmente controlável: a ingestão de sal. Enquanto o consumo diário do alimento deve ser limitado até 2400 mg de sódio por adultos saudáveis, ele deve cair para algo entre 800 e 1.600 mg de sódio por quem tem a doença. Assim, no Dia Nacional da Hipertensão, lembrado neste dia 26 de abril, listamos os diferentes tipos de sal e a quantidade de sódio encontrada em cada um deles. Limite a ingestão e melhore sua qualidade de vida.

Sal refinado

Especialistas defendem que o sal refinado ou de cozinha deveria ser usado com moderação na preparação dos alimentos e retirado da mesa para evitar a adição a refeições já prontas. “Ele é uma mistura de 60% de cloreto e 40% de sódio, substâncias que, juntas, formam o sal”, explica a nutricionista Roseli Rossi, da clínica Equilíbrio Nutricional, em São Paulo.

1 g de sal refinado = 400 mg de sódio

Sal light

O sal light pode ser uma boa alternativa para controlar melhor a hipertensão. Embora 50% de sua composição seja de cloreto de sódio, 50% são de cloreto de potássio, aponta a nutricionista Sandra da Silva Maria, da clínica Gastro Obeso Center. O que isso significa? O corpo depende de um equilíbrio hídrico regulado por sódio e potássio, sendo o primeiro retentor de líquidos e o segundo diurético. Ingerindo os dois, portanto, o organismo não retém tanta água e, assim, não leva ao aumento da pressão arterial. Ele só não é recomendado a indivíduos com doenças renais, uma vez que o problema leva ao acúmulo de potássio nos rins, o que pode favorecer doenças cardíacas.

1 g de sal light = 197 mg de sódio

Sal grosso

Tradicionalmente usado para temperar carnes, o sal grosso evita o ressecamento dos alimentos justamente por não ter passado pelo processo de refinamento. Ele apresenta a mesma quantidade de sódio do sal de cozinha, portanto.

1 g de sal grosso = 400 mg de sódio

Flor de sal

“Considerado um sal gourmet, a flor de sal costuma estar presente apenas em restaurantes mais requintados”, aponta a nutricionista Sandra. O tempero é obtido na camada superior das salinas antes de serem depositadas no fundo, quando, então, se transformam no sal marinho. A coloração acinzentada se dá devido à presença de areia, mas também é comum o uso de outros elementos para alterar a cor do produto.

1 g de flor de sal = 450 mg de sódio

Sal marinho

De acordo com a nutricionista Roseli, o sal refinado e o marinho são praticamente iguais, contendo mais de 99% de sódio em sua composição. A principal diferença está no formato dos grãos: enquanto o primeiro é refinado para passar pelo buraco do saleiro, o segundo passa por um refinamento mais rústico, resultando em grãos irregulares, mas não tanto quanto os do sal grosso. “Essa particularidade faz com que o sal marinho gere uma ‘explosão de sabor salgado’ na língua”, afirma a nutricionista Roseli. Assim como o sal de mesa, ele pode temperar carnes, aves, peixes, verduras e legumes, realçando o sabor desses alimentos.

1 g de sal marinho = 420 mg de sódio

Sal negro

O sal negro é um sal não refinado procedente da Índia. “Por conta de compostos de enxofre presentes em sua composição, ele tem um forte sabor sulfuroso”, diz a nutricionista Roseli. Outro fator que chama a atenção é a cor cinza rosada, que evidencia sua origem vulcânica. Além de compostos sulfurosos, o sal negro é formado por cloreto de sódio, cloreto de potássio e ferro. Pode temperar receitas com carne, aves e peixes e também ser utilizado na finalização de pratos.

1 g de sal negro = 380 mg de sódio

Sal rosa do Himalaia

Encontrado aos pés do Himalaia, região que há milhões de anos foi banhada pelo mar, o sal do Himalaia é considerado o mais antigo e puro dos sais marinhos. “Ele tem quase metade do sódio encontrado no sal comum e possui mais de 80 minerais, tais como cálcio, magnésio, potássio, cobre e ferro”, afirma a nutricionista Roseli. Por conta disso, os cristais ganham tom rosado e sabor agradável e suave. De acordo com a especialista, ele pode ser usado em carnes, aves, peixes, saladas e legumes, além de cair muito bem na finalização e decoração de alguns pratos.

1 g de sal rosa do Himalaia = 230 mg de sódio

Sal líquido

“O sal líquido é obtido pela dissolução de sal de altíssima pureza e sem aditivos em água mineral”, explica a nutricionista Roseli. Com embalagem contendo 250 ml, trata-se do primeiro e único sal iodado do Brasil apresentado na forma líquida. Com sabor suave, o sal líquido pode ser usado em todos os alimentos, sem alterar suas características. Além disso, sua aplicação em spray permite a distribuição uniforme do sal na medida de seu paladar. Tal característica também permite controlar melhor as quantidades ingeridas.

0,1ml de sal líquido em spray = 11mg de sódio

Sal do Havaí

Essa variedade de sal não é refinada e tem coloração avermelhada, devido a presença de uma argila havaiana chamada Alaea, rica em dióxido de ferro. De sabor suave, pode ser acrescentada a várias receitas, como saladas, massas, grelhados e aves. “Tem quase a mesma quantidade de sódio encontrada no sal comum, portanto, nada de mão pesada no saleiro”, afirma a nutricionista Roseli.

1 g de sal havaiano = 390 mg de sódio 

Sal defumado

Existem diferentes tipos de sais defumados, usado principalmente na culinária requintada tem um preço bastante salgado. No entanto, os mais tradicionais e cobiçados são o francês – também chamado de fumée de sel – e o dinamarquês. “O sal defumado francês é feito com cristais de flor de sal defumados lentamente, em fumaça fria resultante da queima de ripas de barris de carvalho usados no envelhecimento de vinho chardonnay”, explica a nutricionista Roseli. Já o sal defumado dinamarquês é feito segundo a tradição viking: após a evaporação da água do mar, o sal é secado em recipiente aberto sobre uma fogueira fumacenta, feita com galhos de madeiras aromáticas, como carvalho e cerejeira.

1g de sal defumado = 395 mg de sódio

fonte:http://www.minhavida.com.br/alimentacao/galerias/16286-saber-consumir-diferentes-tipos-de-sal-ajuda-a-combater-hipertensao/#carousel-galeria

 

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