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10 curiosidades sobre o Ágar

 

Hoje nosso papo é a respeito do ágar-ágar. Nunca ouviu falar? Então senta que esse produto é poderoso e você vai amar saber mais sobre ele. O Ágar-ágar, chamado também de agarose ou simplesmente ágar para os íntimos, é uma substância retirada das paredes celulares das algas vermelhas que possui ótimos benefícios para nós. Embora o nome seja um pouco engraçado, ele tem origem no malaio, onde seu significado é gelatina. Confira abaixo 8 curiosidades que você não sabia sobre o ágar-ágar.

  • Cresce, e muito!

O Ágar é insolúvel em água fria, porém quando em contato com a água quente, tem um alto poder de absorção de líquido, podendo chegar até 3 vezes seu volume quando ingerido.

  • É famoso mundo afora

Esse poder fez com que uma dieta fosse criada no Japão chamada de Kanten. Como ele aumenta de tamanho, faz com quem o consome sinta uma sensação de saciedade, contribuindo para a diminuição do peso.

  • É magrinho, magrinho

Seu baixo teor calórico e sua grande quantidade de fibras contribuem para o bom funcionamento do intestino e reduz a absorção de gordura.

  • Xô, flacidez!

Quando consumido com regularidade ele promove a elasticidade da pele, diminuindo a flacidez ocasionada pela perca de peso. 

  • Desintoxica e hidrata!

Quando consumido em forma de chá, tem ação desintoxicante e hidratante, colaborando para a beleza da pele. Para utilizá-lo como chá basta usar uma colher de chá de pó de ágar em um copo de água morna. Espere dissolver e aproveite. Detalhe: é sem gosto. 

  • É ótimo para receitas de doce

Pode substituir facilmente a clara de ovo em receitas. Ótimo para quem é alérgico ao ovo e para os que desejam uma receitinha mais leve. Além disso, seu poder de gelificar é maior do que o da gelatina comum, podendo também substituí-la em preparos. Uma colher de chá de ágar-ágar em pó rende uma xícara de chá de gelatina. 

  • Os bichinhos não sofrem

Diferente da gelatina comum que tem origem animal, o ágar é de origem vegetal. Ou seja, nenhum bichinho sofreu para extrair essa substância. Se você é adepto de uma dieta vegana ou não curte sofrimento animal, vai aderir. 

  • É atóxica

Não precisa se preocupar em ter reação alérgica, já que ela não causa nenhum mal à saúde.

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Receita de Tapioca com Linhaça

tapiocalinhaça

Hoje vamos falar do campeão entre os que procuram por reeducação alimentar, para os alérgicos a Glúten ou que simplesmente amam o sabor e versatilidade desse produto 100% nacional, a amada tapioca! Muita gente conhece, mas poucas pessoas conseguem identificar o processo pelo qual ela é feita, embora seja muito simples. Achou que era só comprar a goma e pôr na frigideira? E se eu te contasse que existe uma maneira mais barata que possibilita que você deguste essa iguaria nacional de maneira mais fresca?

Para quem não sabe a goma de mandioca nada mais é que Fécula de Mandioca hidratada. Sendo assim, é muito prático ter a fécula de mandioca, ou polvilho doce, como também é conhecido, estocado em casa, pois diferente da Goma, que após alguns dias na geladeira já não possui um sabor tão fresco, pode ser feito a qualquer momento. Após absorver a umidade da água ela pode ser chamada de goma e fica pronta para o consumo. Logo abaixo mostraremos como você pode transformá-la em goma. Esse amido é rico em valores energéticos, sais minerais, como ferro, cálcio e fósforo, além de vitaminas do complexo b e potássio e tudo isso sem possuir gorduras.
Sem mais delongas, vamos a Receita!

Primeiro passo:

Para hidratar o polvilho, coloque em uma vasilha a quantidade que você precisa, cobrindo com água. Misture um pouco. Se notar que ainda não está muito úmido, coloque mais água. O ideal é que ele fique molhado o suficiente para mexer com uma colher com facilidade. A medida de 1 kg de fécula para 1 litro de água também pode ser usado.
– Deixe descansar por 12 horas. Caso tenha excesso de água, livre-se desse excesso de líquido que ficou por cima da fécula umedecida.
– Após se livrar da água sobressalente, envolva a massa em um pano para secá-la. Pressione para que seja retirado a água da massa.
– Utilize as mãos para ir quebrando a massa até que fique esfarelada.

Segundo passo:

Separe uma frigideira antiaderente, coloque uma pitada de sal, uma colher de chá de linhaça dourada e frite a massa em fogo baixo. Quando notar uma leve fumacinha saindo, a tapioca está pronta.
Terceiro passo:
Recheie da maneira que preferir! Que tal um recheio saudável, que te dê energia pras atividades do dia? O importante é variar. Experimente Ricota com Frango, Ovo mexido com linhaça, creme de avelã, as possibilidades são infinitas.

Dica: Varie também a Linhaça, utilizando Chia e Farelo de aveia. Lembrando que é importante enriquecer a massa da tapioca, já que sua farinha branquinha necessita do acompanhamento de fibras.

fonte:http://saramedeirosnutricionista.blogspot.com.br/2013/12/tapioca-como-fazer.html
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Picolé de MATCHA ao Leite

Picolé de Matcha ao Leite

Ingredientes:

  • 1 colher de sopa de matchá
  •  2 xícaras de leite desnatado, de soja ou de amêndoas
  •  1 colher de sopa de mel ou seu adoçante

Preparo:

Misture  o matchá em pó com uma pequena quantidade de água em uma tigela e misture bem para evitar aglomeração. Coloque a mistura do matchá e os outros ingredientes no liquidificador em alta velocidade e bata até ficar homogêneo. Despeje em seu molde de picolé favorito, e congele por 3 a 4 horas ou até que esteja completamente congelado.

 

Aproveite em nosso site o MATCHA DETOX ABACAXI com HORTELÃ e use na receita para dar um gostinho a mais!

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Fracionar as refeições faz bem à saúde

Fracionar Refeições

Quantas refeições você faz ao dia? Com certeza já ouviu falar da importância de fazer mais refeições ao longo do dia, em menor quantidade. Saiba que aumentar o número de refeições pode reduzir as flutuações dos níveis sanguíneos de insulina, glicose e hormônios intestinais de saciedade, que ajudam a controlar a fome.

De acordo com o Ministério da Saúde, o ideal é fazer de cinco a seis refeições diárias. É preciso levar em conta os pontos de vista de equilíbrio metabólico, controle do peso, apetite e adequação da ingestão de nutrientes. Porém, a vida cada vez mais agitada nas médias e grandes cidades impõe uma rotina em que as pessoas saem de casa de manhã e só voltam à noite. Aí, além de opções pouco saudáveis, os lanches intermediários são realizados quando possível e não necessariamente no momento considerado ideal.

Uma pesquisa feita pela Toledo e Associados, em parceria com a Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM), sobre os hábitos alimentares dos brasileiros mostra que 79% têm os lanches intermediários inseridos em seu hábito alimentar, mas essas refeições são mais frequentes entre os mais jovens e de maior classe socioeconômica. O lanche da tarde é o mais consumido (69% dos entrevistados), tendo apresentado aumento de 40% na frequência de consumo entre 2006 e 2011.

Apesar do recente aumento da frequência de consumo do lanche, sua qualidade está sendo comprometida pelas escolhas. Um dos dados mais preocupantes é a superioridade da frequência de consumo de bebidas açucaradas no lugar de iogurte e leite, o que pode contribuir decisivamente para a ingestão insuficiente de cálcio pela população brasileira.

Outro ponto é o consumo de proteínas pela população brasileira como um marcador positivo da dieta. A variedade na dieta é fundamental, evitando a monotonia alimentar e favorecendo o consumo de uma maior gama de nutrientes.

Os alimentos lácteos, como o iogurte, contribuem não somente para o consumo de proteínas de alto valor biológico, como também para a ingestão adequada de micronutrientes.

Confira seis dicas para conseguir fracionar as refeições de forma saudável:

  1. Sempre tome café da manhã. Procure consumir algo de fácil preparo como, por exemplo, um pote de iogurte natural com frutas e cereais.
  2. Leve lanches versáteis para o trabalho. Uma dica para evitar a correria pela manhã é comprar mix de oleaginosas (castanhas, amêndoas…) ou mix de frutas desidratadas.
  3. Visite novos restaurantes e experimente novos alimentos. Às vezes, um alimento específico que não te agrada tanto pode trazer uma nova experiência de consumo quando preparado de outra forma. Para quem não gosta de brócolis, por exemplo, uma sugestão é consumi-lo refogado ao alho e óleo, gratinado, em pequenos pedaços no arroz, entre diversas outras maneiras.
  4. Separe uma de suas frutas preferidas (em unidade ou picadas). São ótimas opções para o lanche.
  5. Para a hora do jantar, uma alternativa ótima para manter a forma é uma salada com molho de iogurte. Para variar, acrescente ingredientes como cogumelos, croutons ou fatias de frango grelhado.
  6. E aquele tradicional leite quente antes de dormir? Que tal reinventá-lo? Vale batê-lo com frutas ou mesmo deixá-lo quentinho e misturar com granola.

Visite nosso site: www.naturelt.com.br

Fonte adaptada: universojatoba.com.br
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As 8 maravilhas do Matcha

Matcha

Monges Zen sabem muito sobre como viver vidas longas e agradáveis. Um de seus segredos é beber o chá verde MATCHA.

Se você não está bebendo o MATCHA  está atrasado! Conheça  a bebida que  aumenta o metabolismo, reduz o estresse , aumenta a imunidade, baixa o colesterol e também é um ninja contra o câncer!

Mesmo as pessoas bebendo chá verde na China há mais de 1.000 anos, a bebida tornou-se uma parte importante da cultura japonesa. Eles o chamaram de MATCHA.  Monges zen-budistas bebiam-no para manter-se alerta e calmos durante longas horas de meditação.

As folhas de chá japonesas crescem na sombra para aumentar o teor de clorofila. Estas folhas são ricas em clorofila, então, escolhidas a dedo, cozidas no vapor, seco e moído em um pó bem verde.

A história e a cultura do chá são interessantes, mas o que mais importa para os entusiastas de saúde é o seu conteúdo antioxidante. Uma xícara de MATCHA tem muitos antioxidantes, o equivalente a 10 xícaras de chá regular!

 

Feito para um chá

As folhas do pó de MATCHA, são inteiramente dissolvidas em água, ao invés de mergulhadas em saquinhos, isso que faz o chá ter tanto poder,  pois ingerimos todo o poder antioxidante das folhas que não são jogadas fora.  Os níveis de antioxidantes ssão impressionantes!

 

Níveis de Antioxidante do MATCHA

7 vezes a quantidade do chocolate amargo

17 vezes a quantidade do mirtilo

60.5 vezes a quantidade do espinafre

 

1 Previne o Câncer

O chá verde contém antioxidantes potentes chamados catequinas, que limpam os radicais livres e perigosos do corpo. A mais potente catequina encontrada no chá verde é a EGCG (galato de epigalocatequina), que se acredita ser um poderoso anti-cancerígena.

Em um estudo de 2003, a Universidade do Colorado confirmou que beber uma xícara de MATCHA tem 137 vezes a quantidade de EGCG  que um copo convencional de chá verde.

 

2 Anti-envelhecimento

Um dos locais do mundo onde as pessoas vivem mais tempo  é  em Okinawa, Japão.  A longevidade do povo de Okinawa foi parcialmente atribuída ao consumo regular do MATCHA.

O MATCHA é o chá verde mais popular no Japão, mas está rapidamente ganhando mais popularidade em todo o mundo devido à sua capacidade em combater a inflamação, oxidação e o envelhecimento.

 

3 Reduz o  LDL, o Colesterol “ruim”

Um estudo de 2011 apresentado no American Journal of Clinical Nutrition demonstrou que a administração de chá verde ou extratos reduzem significativamente o colesterol LDL.

 

4 Perda de peso

Um estudo de 1999 apresentado no American Journal of Clinical Nutrition demonstrou que o extrato de chá verde,  rico em catequinas tem propriedades termogênicas e promove a oxidação da gordura além do causado pelo teor de cafeína do chá.

Verificou-se que o consumo de chá verde aumentou a termogênese (taxa de queima de calorias do corpo) 8-10% a 35-43% da queima de energia diária.

Outro estudo demonstrou que o exercício imediatamente depois de beber MATCHA resultou em mais 25% de queima de gordura durante o exercício!

Ambos os estudos sugerem MATCHA pode aumentar a taxa metabólica de repouso e a queima de gordura.

 

5 Detoxicante

Matcha is grown in the shade, which is why it is richer in chlorophyll than other green teas. Chlorophyll is the pigment responsible for giving leaves their green color. The Hulk would be proud!

Chlorophyll is purported to detoxify the body1, but this has yet to be scientifically proven. I wanted to mention it because of its supposed ability to clear the body of toxins, heavy metals, poisons, dioxins and hormone disrupters.

O MATCHA é cultivado na sombra, é por isso que é mais rico em clorofila do que outros chás verdes. A clorofila é o pigmento responsável por dar folhas a sua cor verde.

Presupõe-se que a clorofila desintoxica o corpo , mas ainda precisa ser comprovado cientificamente. Eu quis mencioná-la por causa de sua suposta capacidade de limpar o corpo de toxinas, metais pesados, dioxinas, venenos e desreguladores hormonais.

 

6 Melhora o raciocínio

O MATCHA contém até 5 vezes mais L-teanina que o chá verde convencional.

A L-teanina é um aminoácido com propriedades psicoativas, capazes de induzir atividade de ondas alfa no cérebro.

O estresse é conhecido por induzir a atividade das ondas beta do cérebro, levando a um estado mais agitado. A atividade das ondas alfa pode aliviar o estresse, promover o relaxamento e até mesmo diminuir a pressão sanguínea.

Embora o matcha conténha alguma cafeína, as propriedades relaxantes do L-teanina contra balançam os efeitos “nervosos” da cafeína. Portanto, uma xícara de MATCHA promove a concentração e clareza da mente, sem produzir qualquer um dos efeitos colaterais  tipicamente associados ao café.

 

7 Fibras

O MATCHA contém um nível elevado de fibras dietéticas que são facilmente absorvíveis. Os benefícios da fibra dietética incluem sua capacidade para aliviar a constipação e estabilizar os níveis de açúcar no sangue.

 

8 Energia…energia

Tente uma xícara de  MATCHA quando você  você precisar de um foco extra, é um substituto ideal para o café porque ele fornece um impulso de energia sem as dores de cabeça que pode conseguir devido ao consumo exagerado de café.

 

Dicas para melhorar a sua experiência com MATCHA

Não adicione MATCHA em pó à água fervente, porque ele ter um gosto estranho. Ferva a água e deixe descansar por 5 minutos antes de adicionar o chá.

Pode levar algum tempo para se acostumar com o sabor do MATCHA.

 

Entregue-se ao poder do chá!

fonte: www.bodybuilding.com – tradução pelo do editor
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Colágeno

Colágeno

Aproximadamente um terço da proteína de nosso corpo é colágeno. Ele tem uma função estrutural, protege outros tecidos menos resistentes e permite a sua conexão com o esqueleto ósseo. Colágeno é uma proteína composta por 3.000 aminoácidos dispostos em três correntes moleculares entrelaçadas, formando uma espécie de hélice tripla flexível e robusta. O colágeno tem inúmeros atributos: deixa a pele resistente e elástica, reforça tendões e ligamentos que unem os músculos aos ossos, sustenta os órgãos internos. Ossos e dentes são feitos pela adição de minerais à matriz de colágeno, e 75% da pele é colágeno.

Tipos de colágeno

Mais de 20 tipos de colágeno são encontrados no corpo, de acordo com um artigo publicado na revista científica Advanced Drug Delivery Reviews. A estrutura e a função do colágeno são determinadas pela sequência dos aminoácidos. Em alguns tecidos, como órgãos, o colágeno pode ter a forma de um gel. Em outros, como os tendões, o colágeno vem como fibras apertadas para fornecer a resistência.

Fonte de colágeno

Colágeno é um produto de origem animal, e é basicamente extraído da pele, cartilagens e tendões de aves, suínos e bovinos. Há um processo de agregação de água ao colágeno animal, chamado de hidrólise, obtendo-se assim o colágeno hidrolisado, um pó branco.

Colágeno comestível

O colágeno hidrolisado é composto por 90% de proteína, 2% de sais minerais, e 8% de água. O colágeno é classificado como uma proteína comestível e seus principais aminoácidos são prolina e lisina, responsáveis pela síntese de colágeno endógeno com a ajuda de alguns cofatores, citados abaixo. Ele é isento de gordura, colesterol e carboidratos. É uma proteína de fácil digestão e assimilação devido ao processo de hidrólise, e tem inúmeras indicações tanto na área de saúde como nos cuidados com a beleza da pele, cabelos e unhas.

O corpo produz colágeno

Existem nutrientes que ajudam o corpo a sintetizar e a preservar o colágeno por diversos caminhos metabólicos, agindo como cofatores. Para isso é preciso consumir alimentos ricos em lisina, ômega-3, vitamina A, enxofre, licopeno e vitamina C. A lisina está presente em laticínios, carnes, aves, peixes e frutos do mar, ovos, lentilha, tofu, quinoa e semente de abóbora. Pescados fornecem o ômega-3, que reduz a degradação de colágeno, e neste grupo também entram chia, linhaça, nozes, castanhas e abacate. Fontes de enxofre incluem alho, cebola, azeitonas, couve-de-bruxelas, ovos, pepino e aipo. A vitamina A trabalha em conjunto com o enxofre para produzir novas fibras de colágeno e elastina, e está presente em frutas e vegetais de cor verde, vermelha, laranja e amarela, como cenoura, batata doce, melão, manga, etc. O licopeno inibe a colagenase, uma enzima que destrói o colágeno, e se concentra no tomate, melancia, goiaba, acerola, pimentão vermelho e beterraba. Para finalizar, não pode faltar vitamina C, que se junta à lisina e prolina para formar os blocos de colágeno no corpo, abundante em frutas cítricas, vegetais folhosos de cor verde escura, pimenta vermelha, pimentão, goiaba, acerola, açaí, kiwi.

Vegetarianos, lisina e colágeno

Como o colágeno está presente em produtos de origem animal, os vegetarianos precisam ser bem cuidadosos na hora de montar o prato para não ter deficiência desta proteína essencial à saúde. Os precursores de colágeno citados acima não podem faltar, e a maior dificuldade reside na obtenção de lisina, pois a prolina é sintetizada pelo corpo a partir de outros aminoácidos. Os ovolactovegetarianos não têm problema para obter lisina, pois ovos e laticínios são excelentes fontes do aminoácido. Para os veganos as opções são o seitan (bife de glúten de trigo), proteína de soja (leite, tofu e carne de soja), ervilha, lentilha, feijões, levedo de cerveja, oleaginosas, manteiga de amendoim. Neste caso é importante consultar um especialista para saber a quantidade indicada de cada alimento para obter níveis adequados de lisina.

Suplemento alimentar

Por ser uma proteína de fácil digestão e assimilação, o colágeno é um suplemento alimentar com inúmeras indicações na área de saúde. Com o passar dos anos ocorre uma redução gradual de colágeno nos tecidos corporais, e ele também sofre em qualidade, tornando-se menos elástico e hidratado. O colágeno suplementar é usado para prevenir a degradação do colágeno corporal, ajudando assim a manter pele, tendões, ossos e ligamentos mais saudáveis.

Benefícios do colágeno

Ele atua no fortalecimento de unhas frágeis e promove maior resistência, espessura, crescimento e brilho aos cabelos. A pele adquire mais tônus, hidratação, e pode haver uma redução da flacidez cutânea. O colágeno hidrolisado desempenha um papel importante na prevenção e no tratamento de dores articulares, artrose e osteoporose, e tem sido utilizado para minimizar a ocorrência de lesões na terceira idade, pois mantém o tecido articular mais hidratado e elástico. Ele também é utilizado para prevenir lesões em atletas. Diversos estudos realizados na Europa e Estados Unidos atestam estes benefícios.

Como consumir

A dose recomendada é de dez a vinte gramas diárias (1 a 2 colheres de sopa) de colágeno hidrolisado diluído em meio copo de suco, leite ou iogurte. Prefira o colágeno em pó puro, sem a adição de corante e adoçante. Uma forma muito prática é a apresentação em balas tipo goma, contendo colágeno associado ao óleo de coco, assim se obtém um benefício duplo. Os primeiros efeitos se fazem notar após dois a três meses de consumo diário. O colágeno hidrolisado é um alimento e não há nenhuma restrição ou contraindicação, nem limite de tempo para o seu uso.

Conheçam nosso Colágeno Hidrolisado

fonte: http://www.minhavida.com.br/alimentacao/materias/18222-colageno-ajuda-a-pele-a-ficar-mais-resistente-e-elastica
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Tipos de Sal

Tipos de Sal

Navegando em busca de informações interessantes para nossos leitores e parceiros, encontramos uma matéria bem interessante sobre diferentes tipos de sal que tem bastante relação com nosso conteúdo e preocupação com o bem estar de cada um.


 

Saber consumir diferentes tipos de sal ajuda a combater hipertensão

Quantidade de sódio varia entre os produtos e deve ser limitada

Reduzir o consumo de sal de 5g para 3g diárias poderia salvar milhões de vidas. Essa foi a conclusão de um estudo recente conduzido pela Organização Mundial da Saúde, nos Estados Unidos. Mas, afinal, quando foi que o sal se tornou vilão da saúde? Quem melhor responde essa pergunta são os últimos números sobre hipertensão divulgados por grandes instituições. De um lado, o Ministério da Saúde estima que 22,7% da população brasileira sofra da doença. De outro, a OMS calcula que o problema seja responsável por 9,4 milhões de mortes no mundo todos os anos.

Embora esteja relacionada ao histórico familiar, ao sedentarismo, entre outras particularidades, é evidente que a hipertensão ainda tem forte relação com um fator facilmente controlável: a ingestão de sal. Enquanto o consumo diário do alimento deve ser limitado até 2400 mg de sódio por adultos saudáveis, ele deve cair para algo entre 800 e 1.600 mg de sódio por quem tem a doença. Assim, no Dia Nacional da Hipertensão, lembrado neste dia 26 de abril, listamos os diferentes tipos de sal e a quantidade de sódio encontrada em cada um deles. Limite a ingestão e melhore sua qualidade de vida.

Sal refinado

Especialistas defendem que o sal refinado ou de cozinha deveria ser usado com moderação na preparação dos alimentos e retirado da mesa para evitar a adição a refeições já prontas. “Ele é uma mistura de 60% de cloreto e 40% de sódio, substâncias que, juntas, formam o sal”, explica a nutricionista Roseli Rossi, da clínica Equilíbrio Nutricional, em São Paulo.

1 g de sal refinado = 400 mg de sódio

Sal light

O sal light pode ser uma boa alternativa para controlar melhor a hipertensão. Embora 50% de sua composição seja de cloreto de sódio, 50% são de cloreto de potássio, aponta a nutricionista Sandra da Silva Maria, da clínica Gastro Obeso Center. O que isso significa? O corpo depende de um equilíbrio hídrico regulado por sódio e potássio, sendo o primeiro retentor de líquidos e o segundo diurético. Ingerindo os dois, portanto, o organismo não retém tanta água e, assim, não leva ao aumento da pressão arterial. Ele só não é recomendado a indivíduos com doenças renais, uma vez que o problema leva ao acúmulo de potássio nos rins, o que pode favorecer doenças cardíacas.

1 g de sal light = 197 mg de sódio

Sal grosso

Tradicionalmente usado para temperar carnes, o sal grosso evita o ressecamento dos alimentos justamente por não ter passado pelo processo de refinamento. Ele apresenta a mesma quantidade de sódio do sal de cozinha, portanto.

1 g de sal grosso = 400 mg de sódio

Flor de sal

“Considerado um sal gourmet, a flor de sal costuma estar presente apenas em restaurantes mais requintados”, aponta a nutricionista Sandra. O tempero é obtido na camada superior das salinas antes de serem depositadas no fundo, quando, então, se transformam no sal marinho. A coloração acinzentada se dá devido à presença de areia, mas também é comum o uso de outros elementos para alterar a cor do produto.

1 g de flor de sal = 450 mg de sódio

Sal marinho

De acordo com a nutricionista Roseli, o sal refinado e o marinho são praticamente iguais, contendo mais de 99% de sódio em sua composição. A principal diferença está no formato dos grãos: enquanto o primeiro é refinado para passar pelo buraco do saleiro, o segundo passa por um refinamento mais rústico, resultando em grãos irregulares, mas não tanto quanto os do sal grosso. “Essa particularidade faz com que o sal marinho gere uma ‘explosão de sabor salgado’ na língua”, afirma a nutricionista Roseli. Assim como o sal de mesa, ele pode temperar carnes, aves, peixes, verduras e legumes, realçando o sabor desses alimentos.

1 g de sal marinho = 420 mg de sódio

Sal negro

O sal negro é um sal não refinado procedente da Índia. “Por conta de compostos de enxofre presentes em sua composição, ele tem um forte sabor sulfuroso”, diz a nutricionista Roseli. Outro fator que chama a atenção é a cor cinza rosada, que evidencia sua origem vulcânica. Além de compostos sulfurosos, o sal negro é formado por cloreto de sódio, cloreto de potássio e ferro. Pode temperar receitas com carne, aves e peixes e também ser utilizado na finalização de pratos.

1 g de sal negro = 380 mg de sódio

Sal rosa do Himalaia

Encontrado aos pés do Himalaia, região que há milhões de anos foi banhada pelo mar, o sal do Himalaia é considerado o mais antigo e puro dos sais marinhos. “Ele tem quase metade do sódio encontrado no sal comum e possui mais de 80 minerais, tais como cálcio, magnésio, potássio, cobre e ferro”, afirma a nutricionista Roseli. Por conta disso, os cristais ganham tom rosado e sabor agradável e suave. De acordo com a especialista, ele pode ser usado em carnes, aves, peixes, saladas e legumes, além de cair muito bem na finalização e decoração de alguns pratos.

1 g de sal rosa do Himalaia = 230 mg de sódio

Sal líquido

“O sal líquido é obtido pela dissolução de sal de altíssima pureza e sem aditivos em água mineral”, explica a nutricionista Roseli. Com embalagem contendo 250 ml, trata-se do primeiro e único sal iodado do Brasil apresentado na forma líquida. Com sabor suave, o sal líquido pode ser usado em todos os alimentos, sem alterar suas características. Além disso, sua aplicação em spray permite a distribuição uniforme do sal na medida de seu paladar. Tal característica também permite controlar melhor as quantidades ingeridas.

0,1ml de sal líquido em spray = 11mg de sódio

Sal do Havaí

Essa variedade de sal não é refinada e tem coloração avermelhada, devido a presença de uma argila havaiana chamada Alaea, rica em dióxido de ferro. De sabor suave, pode ser acrescentada a várias receitas, como saladas, massas, grelhados e aves. “Tem quase a mesma quantidade de sódio encontrada no sal comum, portanto, nada de mão pesada no saleiro”, afirma a nutricionista Roseli.

1 g de sal havaiano = 390 mg de sódio 

Sal defumado

Existem diferentes tipos de sais defumados, usado principalmente na culinária requintada tem um preço bastante salgado. No entanto, os mais tradicionais e cobiçados são o francês – também chamado de fumée de sel – e o dinamarquês. “O sal defumado francês é feito com cristais de flor de sal defumados lentamente, em fumaça fria resultante da queima de ripas de barris de carvalho usados no envelhecimento de vinho chardonnay”, explica a nutricionista Roseli. Já o sal defumado dinamarquês é feito segundo a tradição viking: após a evaporação da água do mar, o sal é secado em recipiente aberto sobre uma fogueira fumacenta, feita com galhos de madeiras aromáticas, como carvalho e cerejeira.

1g de sal defumado = 395 mg de sódio

fonte:http://www.minhavida.com.br/alimentacao/galerias/16286-saber-consumir-diferentes-tipos-de-sal-ajuda-a-combater-hipertensao/#carousel-galeria

 

Aproveite e conheça nosso Sal do Himalaia!

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A Influência da Alimentação na Qualidade de Vida

Qualidade de Vida e Alimentação

Segundo a Organização Mundial de Saúde, saúde é “o completo bem-estar e pleno desenvolvimento das potencialidades físicas, psico-emocionais e sociais e não a mera ausência de doenças ou enfermidade”. Dessa forma, o ser humano está saudável quando apresenta uma relação produtiva e harmônica com o seu meio ambiente, na sua cultura e na época vigente.

O conhecimento da relação da alimentação com o bem-estar físico e o pleno desenvolvimento mental e emocional já existia desde os tempo antigos. Infelizmente, foram episódios de doenças e epidemias que revelaram a importância de uma dieta completa, diversificada e harmônica.

Atualmente, as doenças crônicas representam a principal causa de mortalidade e incapacidade no mundo inteiro, principalmente doenças cardiovasculares, diabetes, obesidade, câncer e doenças respiratórias. Gradativamente, o problema afeta as populações dos países desenvolvidos e em desenvolvimento. Isso é reflexo das grandes mudanças que vêm ocorrendo no estilo de vida das pessoas no mundo, sobretudo nos hábitos alimentares e nos níveis de atividade física. A nova rotina adotada pelas pessoas é fruto dos processos de industrialização, urbanização, desenvolvimento econômico e crescente globalização do mercado de alimentos.

É cientificamente comprovado que a mudança nos hábitos alimentares e nos padrões dos níveis de atividade física pode influenciar fortemente vários fatores de risco na população, como obesidade, hipertensão arterial, hipercolesterolemai, alteração nos níveis de glicose sanguínea, entre outros.

O que se percebe é que a dieta consumida está produzindo uma série de desequilíbrios nutricionais: consumo excessivo de gorduras saturadas e trans, alta ingestão de sódio e baixo consumo de potássio, consumo excessivo de calorias, diminuição da ingestão de alimentos ricos em carboidratos complexos e em fibras, elevado consumo de açúcares refinados e deficiência seletiva de algumas vitaminas e minerais, conjuntamente com o excesso de consumo de bebidas, principalmente bebidas alcoólicas.

A alimentação rica em frutas e verduras é essencial, assim como a prática de atividades físicas diárias são fundamentais para a saúde, pois ambos os fatores podem controlar e reduzir a pressão arterial, diminuir o percentual de gordura e melhorar o metabolismo da glicose, entre muitos outros benefícios.
As frutas e verduras são essenciais para uma alimentação saudável. Estudos afirmam que estes alimentos podem ajudar a prevenir patologias importantes, como as doenças cardiovasculares e certos tipos de câncer, principalmente do trato digestivo. A baixa ingestão de frutas e verduras causa 19% do câncer gastrointestinal, 31% das cardiopatias isquêmicas e 11% dos acidentes vasculares cerebrais. Cerca de 2,7 milhões de óbitos podem ser atribuídos à baixa ingestão desses alimentos.

Diversos mecanismos podem mediar esses efeitos protetores, envolvendo antioxidantes e micronutrientes, como os carotenóides, vitamina C, ácido fólico, fibras e substâncias fotoquímicas, presentes nos alimentos funcionais. Os principais componentes desses alimentos que contribuem na prevenção das doenças cardiovasculares são as isoflavonas (soja), as lignanas e o ômega-3 (contidos nas sementes de linhaça), as beta-glucanas (aveia), a gordura monoinsaturada e os agentes fenólicos (do azeite de oliva) e o resveratol (oleaginosas, uva e vinho tinto). Estas e outras substâncias bloqueiam ou suprimem a ação dos agentes cancerígenos, e como antioxidantes, evitam danos causados pela oxidação do DNA.

Na tabela abaixo, estão descritos alguns exemplos de compostos presentes nos alimentos funcionais e seus respectivos benefícios à saúde.

 

Compostos Ações no organismo Fontes alimentares
Licopeno Antioxidante relacionado à diminuição do risco de câncer de próstata Tomate, goiaba, pimentão vermelho
Betacaroteno Antioxidante que diminui o risco de câncer e de doenças cardiovasculares Cenoura, abóbora, espinafre, couve, manga, mamão
Flavonóides Antioxidantes que diminuem o risco de câncer e de doenças cardiovasculares Vinho tinto, suco natural de uva
Isoflavonas Redução dos níveis de colesterol sanguíneo e do risco de doenças cardiovasculares Soja
Fibras Redução do risco ao câncer de intestino e dos níveis de colesterol sanguíneo Frutas, legumes, verduras e cereais integrais
Ácido graxo ômega-3 Redução dos níveis de colesterol sanguíneo e do risco de doenças cardiovasculares Peixes, óleos de peixes
Pró-bióticos Ajudam no equilíbrio da flora intestinal e inibem o crescimento de microorganismos patogênicos Iogurtes, leite fermentado

Precisamos ter em mente que a alimentação normal deve ser quantitativamente suficiente, qualitativamente completa, além de harmoniosa em seus componentes e adequada à sua finalidade e ao organismo a que se destina, para que se possa obter saúde e conseqüentemente qualidade de vida.

Referências bibliográficas

De Andelis RC. Importância de alimentos vegetais na proteção da saúde: fisiologia da nutrição protetora e preventiva de enfermidade degenerativas. São Paulo; Editora Atheneu, 2001.
Organização Pan-Americana da Saúde. Doenças crônico-degenerativas e obesidade: estratégia mundial sobre alimentação saudável, atividade física e saúde. Brasília, 2003.
Prefeitura do Município de São Paulo. Conferência Municipal de saúde de São Paulo. São Paulo, 1999.
Schilling M. Qualidade em nutrição: método de melhorias contínuas ao alcance de indivíduos e coletividades. São Paulo, Livraria Varela, 1995.
fonte:http://www.rgnutri.com.br/sqv/saude/iaqv.php
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Pão sem glúten caseiro

Pão sem Glúten

INGREDIENTES

2 ovos inteiro
3 colheres de sopa de azeite
1\2 xícara de leite vegetal (soja, arroz, amêndoas)
1\2 xícara de farinha de arroz
1\2 xícara de mix de farinhas sem glúten
1 colher de sopa de farinha de linhaça ou chia
1 colher de sopa de farinha de grão de bico ou berinjela
Utilizar ervas ou temperos a sua escolha: tomilho, orégano, alecrim
1 colher de sopa de açúcar demerara
1 colher de chá de sal
2 colheres de chá de fermento químico para bolo

Modo de preparo:
– Bata com fouet (ou batedeira caso prefira) os ingredientes líquidos rapidamente.
– Acrescente os secos e bata até obter uma massa bem leve e homogênea.
– Junte o fermento químico por último.
– Unte a forma de pão com azeite, óleo de coco ou de girassol. Caso prefira, polvilhe sementes de abobora sem casca, ou de girassol e pincele gema em cima da massa.
– Pré-aqueça o forno a 180 graus. Asse por 25 minutos aproximadamente.

 

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